Polícia / Trânsito

Ponto problemático da Manoel da Costa Lima registra acidentes diários, diz comerciante

Nesta sexta (28), ciclista foi atropelada

Midiamax Publicado em 28/10/2016, às 18h43

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Nesta sexta (28), ciclista foi atropelada

A esteticista Kelly Renata Alexandre, de 34 anos, foi atropelada na tarde desta sexta-feira (28) por uma motocicleta YBR Yamaha quando tentava atravessar a Avenida Manoel da Costa Lima, na bifurcação com a Rua Azulão, em Campo Grande. Comerciantes da região, informam que o ponto registra acidentes diariamente e cobram um redutor de velocidade.

A motocicleta era conduzida por uma jovem, identificada apenas como Luana. As duas mulheres sofreram escoriações pelo corpo e foram encaminhadas a UPA (Unidade de Pronto Atendimento), do Universitário, pelo Corpo de Bombeiros.

Kelly que mora no Jardim Leblon estava a caminho da casa de uma cliente, informou o marido Daniel Silva, de 31 anos, que foi até o local do acidente.

Segundo um amigo de Luana, identificado apenas como Charley, ela subia a Manoel da Costa Lima quando atropelou Kelly. Luana estava sozinha na motocicleta.

PROBLEMA DIÁRIO

O proprietário de uma loja de auto peças, identificado como Nelson Rocha, de 47 anos, chamou a reportagem para relatar a indignação com o trânsito no local.

"As autoridades tem que tomar providência porque nesta bifurcação é comum ter acidentes. Ontem mesmo teve um entre carro e moto, mas já chegou o dia que teve três acidentes. Precisamos de um redutor", disse.

A reportagem indagou o comerciante sobre as solicitações de sinalização, para o local, junto à Prefeitura de Campo Grande, que respondeu: "E precisa?", interrogou, devido a quantidade de acidentes.

O Jornal Midiamax questionou a assessoria de imprensa da Prefeitura sobre como funciona o requerimento de sinalizações e redutores de velocidade, que informou que o cidadão pode protocolar um oficio na sede da Agetran (Agência Municipal de Trânsito) solicitando sinalização ou /e redutor de velocidade. 

O Poder Legislativo por meio dos vereadores tem também essa autonomia e até mesmo os presidentes de bairro pode fazer esse tipo de pedido.

A Agetran faz um estudo no local pedido para verificar qual é a melhor forma de atender a população. Se é com redutor de velocidade, semáforo, sinalização vertical ou horizontal.

Jornal Midiamax