Polícia

Por mensagens de celular, polícia identifica comparsa de ex que matou cabeleireira a tiros

Comparsa já estava preso pelo crime de tráfico de drogas

Thatiana Melo Publicado em 12/01/2022, às 11h29

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Jackeline foi morta com um tiro na cabeça - Reprodução / Facebook

Após a descoberta de mensagens de celular trocadas com o assassino da cabeleireira Jackeline Aparecida de Souza Galvão, de 27 anos, a polícia chegou ao comparsa do autor dos tiros. A vítima foi assassinada a tiros, no dia 12 de dezembro, em Nova Alvorada do Sul, município distante aproximadamente 120 quilômetros de Campo Grande.

O comparsa já estava preso pelo crime de tráfico de drogas e, nesta quarta-feira (12), foi informado dentro do presídio ter sido autuado pelo crime ao emprestar a arma usada no assassinato e ajudar na fuga do ex-marido de Jackeline. Segundo o delegado Rômulo Teixeira, várias conversas do rapaz de 27 anos, tanto com o acusado do crime como com outras pessoas demonstra que ele sabia do assassinato, como também teria ajudado o autor.

Ainda segundo o delegado, acredita-se que o autor tenha fugido para a fronteira de Ponta Porã. Ele ainda é procurado pela polícia. Em dezembro, o advogado do acusado teria afirmado que seu cliente se apresentaria, na delegacia, mas o fato nunca ocorreu. 

O autor não aceitava o fim do relacionamento com a vítima. Além de atirar em Jackeline, ele ainda teria tentado atirar contra o filho dela, de 10 anos. A filha, de 20 anos, entrou na frente para defender a criança e foi atingida no braço.

Jackeline foi levada ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos. Nas redes sociais, familiares e amigos pedem informações sobre o suspeito, para que ele seja encontrado e preso. “Estou sem chão, você é minha vida, como vou conseguir sem você?”, publicou a filha de Jackeline nas redes sociais.

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