Polícia

Irmão acredita que executado no Nova Lima teria sido morto após ‘cair’ com 500 quilos de maconha

Elieser foi executado com pelo menos cinco tiros, na manhã desta terça (11)

Thatiana Melo e Ranziel Oliveira Publicado em 11/01/2022, às 08h58

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(Henrique Arakaki, Midiamax)

O irmão de Elieser Romero Espinoza, morto com pelo menos cinco tiros, na manhã desta terça-feira (11), no bairro Nova Lima, em Campo Grande, acredita que o crime pode ter ocorrido após os dois terem ‘caído’ com meia tonelada de droga em outubro de 2020.  

Ele disse ao Jornal Midiamax que Elieser não relatou nenhuma ameaça feita e que eles não conheciam muitas pessoas na Capital, apesar de terem se mudado para Campo Grande em 2017. Os dois são de Pedro Juan Caballero, na fronteira com Ponta Porã. O irmão da vítima também não descarta que o crime possa ser relacionado por algo ocorrido em Pedro Juan, quando moravam antes da vinda para Campo Grande.

O irmão da vítima contou que chegou 40 minutos depois do crime e que não viu nada. Elieser foi assassinado com tiros que atingiram a cabeça, costas e tórax. Vizinhos ouviram disparos e ao saírem encontraram a vítima na frente da casa.

Dois homens em uma motocicleta foram vistos fugindo do local do assassinato, que segundo alguns moradores já teria servido de boca de fumo na região. Na residência onde aconteceu o assassinato, dois  homens também já teriam sido mortos há três anos.

Meia tonelada de maconha

Em outubro de 2020, Elieser havia sido contratado junto do irmão, Simon Pedro Espinoza para fazer o transporte de meia tonelada de maconha para Goiânia. Ele receberia o valor de R$ 8 mil pelo serviço. No dia 26 de outubro, a polícia recebeu denúncias anônimas e chegou até a casa onde estava guardada a maconha. 

Jornal Midiamax