Polícia

Polícia espera por laudos para encerrar inquérito de assassinato de Karolzinha

Crime foi motivado por uma rixa de ciúmes entre a autora e Karolzinha

Thatiana Melo e Dayene Paz Publicado em 14/04/2021, às 10h07

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(Arquivo)

Faltam apenas dois laudos de extrema importância para que o inquérito sobre o assassinato de Caroline Leandro Solto, a ‘Karolzinha’, que aconteceu no dia 31 de agosto de 2020, em frente a um campinho de futebol, no bairro Aero Rancho, em Campo Grande seja encerrado.

Segundo o delegado Gustavo Bueno, da 5º Delegacia de Polícia Civil, após os resultados destes laudos, que ele não detalhou sobre o que seriam, o inquérito será encerrado, o que deve acontecer na próxima semana. Ainda no ano passado uma testemunha chave foi ouvida pelo delegado, que afirmou que tudo será detalhado na próxima semana com o fechamento do caso.

Nayara Francine Nóbrega de 22 anos confessou o crime se entregando a polícia acompanhada de seu advogado, no dia 3 de setembro de 2020. Ela foi ouvida e liberada o que causou revolta nos familiares de ‘Karolzinha’. Em depoimento, Nayara disse que estava sendo ameaçada por Carolina. As duas teriam uma desavença antiga depois de ‘Karolzinha’ ter pegado ‘as dores’ de uma amiga.

Um dia antes do crime, vítima e autora brigaram em uma festa acirrando mais ainda a desavença entre as duas. Nayara foi indiciada por homicídio por motivo fútil e emboscada. No dia em que Nayara se apresentou na delegacia, familiares de ‘Karolzinha’ foram até a porta de delegacia para protestar. Márcia de Souza Leandro de 41 anos, mãe de Carolina disse revoltada na porta da delegacia, que Nayara Francine acusada do crime “sai livre e rindo”.

A mãe de Karolzinha contou que estava a base de remédios para ter forças e lutar por justiça para sua filha, que segundo ela foi morta por motivo fútil. “Ela (Nayara) se entregou, matou por motivo fútil, não entrega a arma e sai livre, rindo”, disse Márcia revoltada.

Jornal Midiamax