Polícia

Hóspede encontrado morto em hotel teria Covid-19 e laudo fica pronto em 30 dias

O laudo com a causa da morte de João Videnis dos Santos de 56 anos, que foi encontrado morto em um quarto de hotel, na região central da cidade, no dia 4 deste mês deve ficar pronto em 30 dias, segundo a delegada Priscilla Anuda da 1º Delegacia de Polícia Civil. De acordo com a […]

Thatiana Melo Publicado em 07/01/2021, às 11h36 - Atualizado às 19h17

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O laudo com a causa da morte de João Videnis dos Santos de 56 anos, que foi encontrado morto em um quarto de hotel, na região central da cidade, no dia 4 deste mês deve ficar pronto em 30 dias, segundo a delegada Priscilla Anuda da 1º Delegacia de Polícia Civil.

De acordo com a delegada, testemunhas foram ouvidas e contaram que João sofria de uma doença mental e vivia falando a todos que mera perseguido e que queriam matá-lo. Anuda ainda falou ao Jornal Midiamax, que familiares disseram que João estaria com Covid-19.

Mas, que ele se recusava a fazer os exames e tratamento. Sobre a questão do envenenamento, a delegada disse que é muito pouco provável e que espera pelos laudos da necropsia, que devem ficar prontos em 30 dias.

O corpo de João foi encontrado por volta das 16 horas no quarto de hotel, e segundo informações ele havia s hospedado no dia 2 de janeiro deste ano pedindo para não ser incomodado pelas duas namoradas e pela sua mãe. De acordo com a recepcionista, o hóspede disse que estava à procura de paz já que não se dava bem com a mãe e estava fugindo das namoradas.

João era um hóspede frequente já que se hospedava desde 2013 no estabelecimento, e que nessa segunda (4) ainda contou a funcionária que fugiu de equipes do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), que teria ido até a casa dele para lhe prestar socorro.

Ele ainda contou que no dia, um sobrinho teria fugido do local com um de seus carros, mas não soube dizer qual seria o modelo. João ainda teria falado para a recepcionista que uma de suas namoradas havia envenenado bananas e sua água. O caso foi registrado como morte a esclarecer.

Jornal Midiamax