Polícia

‘Camisa 10’: principal pistoleiro do PCC em Campo Grande morre durante confronto com a PM

Jardel Angelo Wink Soligo, 36, morreu em uma troca de tiros com policiais do Choque da Polícia Militar no final da tarde desta quinta-feira (31) na Vila Bordon em Campo Grande. Foragido da Justiça, Jardel era apontado como um dos principais pistoleiros da facção criminosa PCC em Campo Grande. ‘Camisa 10’ é como são chamados […]

Diego Alves Publicado em 31/12/2020, às 22h19 - Atualizado em 01/01/2021, às 12h37

Carro em que estava "Camisa 10"
Carro em que estava "Camisa 10" - Carro em que estava "Camisa 10"

Jardel Angelo Wink Soligo, 36, morreu em uma troca de tiros com policiais do Choque da Polícia Militar no final da tarde desta quinta-feira (31) na Vila Bordon em Campo Grande. Foragido da Justiça, Jardel era apontado como um dos principais pistoleiros da facção criminosa PCC em Campo Grande. ‘Camisa 10’ é como são chamados os pistoleiros que cumprem mais ordens de execução de dentro das unidades prisionais e das facções.

'Camisa 10': principal pistoleiro do PCC em Campo Grande morre durante confronto com a PM
Jardel estava foragido da Justiça
'Camisa 10': principal pistoleiro do PCC em Campo Grande morre durante confronto com a PM
Vila Bordon, onde ocorreu a abordagem
'Camisa 10': principal pistoleiro do PCC em Campo Grande morre durante confronto com a PM
Pistola apreendida

De acordo com a polícia, Jardel transitava em um Renault Fluence quando foi abordado. Ainda segundo a polícia, ele resistiu a abordagem e morreu em uma troca de tiros com o Choque. Com ele foi apreendido uma pistola municiada.

Ainda de acordo com informações, Jardel seria o responsável por realizar possíveis atentados contra autoridades, já que tinha confiança da cúpula da facção para “missões” do tipo.

Contra ele, havia um mandado de prisão em aberto pela morte de Marlon Ricardo da Silva Diarte, assassinado a tiros no Indubrasil no último dia 8 deste mês. Marlon, ainda segundo a polícia, também fazia parte da cúpula do PCC.

Marlon era chamado de de “Sintonia Paraguaia”, responsável por articular os contatos da facção no transporte de drogas do país vizinho. Marlon cumpria pena no em regime semiaberto após ser preso pela Polícia Federal na Operação Leviatã em 2012.

Jornal Midiamax