Vizinhos ouviram quatro tiros e acreditam que namorado matou jovem no Colibri
Por volta das 0h30, moradores na rua João Trivelato, no Colibri, ouviram quatro disparos de arma de fogo. Quando saíram para ver o que tinha acontecido, encontraram Yasmin Beatriz Almeida Guedes, 18 anos, caída no chão, ferida a tiros. Ela não resistiu e morreu ainda no local, nas proximidades da esquina com a Rua Clélia […]
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Por volta das 0h30, moradores na rua João Trivelato, no Colibri, ouviram quatro disparos de arma de fogo. Quando saíram para ver o que tinha acontecido, encontraram Yasmin Beatriz Almeida Guedes, 18 anos, caída no chão, ferida a tiros. Ela não resistiu e morreu ainda no local, nas proximidades da esquina com a Rua Clélia Santos da Rosa.
Um morador contou que conhecia a jovem de vista, já que ela morava na região. Segundo ele, quando ouviu os disparos ele saiu da casa e a encontrou caída, com ferimentos na nuca, braço e peito. Assim, percebeu que a jovem ainda respirava, mas ela acabou morrendo antes da chegada do Corpo de Bombeiros.
O morador ainda contou ao Midiamax que já tinha ouvido o barulho da motocicleta e que em nenhum momento ouviu a moto desligar. No entanto, percebeu quando a motocicleta parou nas proximidades da casa. Assim, ele acredita que a jovem estava de carona na moto, desceu e foi assassinada pelo piloto, que suspeita que seja o namorado.
Além disso, logo após o crime um motociclista teria parado na esquina de cima e perguntou se quem estava caída era a “menina de capacete rosa”. Os moradores responderam que sim e ele perguntou como ela estava, dizendo ainda “Certeza que foi o namorado dela”. Em seguida, o motociclista saiu do local.
Também segundo o morador e ainda uma vizinha, não houve briga entre a vítima e o assassino. O fato teria acontecido logo após a vítima descer da moto, sem trocar palavras com o autor. Uma moradora na região lembrou que a jovem já tinha atirado em uma mulher, quando tinha 13 anos. Na época, a vítima foi atingida no olho pelo disparo.
Além deste caso, Yasmin tinha outras passagens. No entanto, a Polícia Civil acredita que o crime tenha ligação com relacionamento e que ela tenha sido vítima de feminicídio. Por isso, o caso é investigado pela Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher).
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