Polícia

Polícia indicia assassino de caminhoneiro nas Moreninhas por homicídio qualificado

A Polícia Civil indiciou o rapaz de 23 anos que matou a tiros o caminhoneiro Gilmar da Silva, de 37 anos, pelo crime de homicídio qualificado por motivo fútil. Gilmar foi atingido por três tiros, durante uma briga com o irmão, no bairro Moreninhas, em Campo Grande. O inquérito ainda está em andamento e a […]

Dayene Paz Publicado em 04/12/2020, às 09h23 - Atualizado às 09h24

Local onde vítima morreu. Imagem: Leonardo de França
Local onde vítima morreu. Imagem: Leonardo de França - Local onde vítima morreu. Imagem: Leonardo de França

A Polícia Civil indiciou o rapaz de 23 anos que matou a tiros o caminhoneiro Gilmar da Silva, de 37 anos, pelo crime de homicídio qualificado por motivo fútil. Gilmar foi atingido por três tiros, durante uma briga com o irmão, no bairro Moreninhas, em Campo Grande. O inquérito ainda está em andamento e a polícia aguarda imagens de câmeras de segurança, para confirmar a versão de testemunhas.

Segundo informações, o irmão de Gilmar teria se envolvido em um desentendimento no local. Gilmar então já teria chegado ao local agredindo o irmão de 33 anos com golpes de capacete. O irmão de Gilmar seria usuário de drogas e estaria alcoolizado no momento do crime. O dono da conveniência então teria tentado impedir as agressões e também foi agredido.

“A versão apresentada pelo autor bate com a versão apresentada pelo irmão da vítima, que, o Gilmar chegou agredindo o próprio irmão e que o pai do autor foi defender o agredido. Nisso o Gilmar também teria partido para cima dele, e, o filho, em reação, disparou em direção a ele (Gilmar)”, afirmou o delegado Nilson Friedrich.

O acusado foi indiciado por homicídio qualificado pelo motivo fútil. “Ele tinha outros meios para reagir e defender o pai, não seria atirando três vezes”, afirmou o delegado. Ele responde ao processo em liberdade.

Nilson ainda disse que, além das câmeras de segurança, aguarda laudo do local de crime, necroscópico. “Também precisamos ouvir outras duas testemunhas, familiares da vítima”, salienta.

Jornal Midiamax