Polícia

Polícia fecha criadouro de galos de rinha e homem de 46 anos é autuado por maus-tratos

Após uma denúncia, a PMA (Polícia Militar Ambiental) flagrou, na tarde deste sábado (29), uma residência que servia como criadouro para galos de briga, no Jardim Tarumã, em Campo Grande. Cerca de 72 galos machucados estavam presos em gaiolas. Segundo a polícia, o local não funcionava como espaço para apostas, comuns nesse tipo de rinha, […]

Karina Campos Publicado em 29/08/2020, às 17h32

Animais mantidos em gaiolas. (Foto: Divulgação PMA)
Animais mantidos em gaiolas. (Foto: Divulgação PMA) - Animais mantidos em gaiolas. (Foto: Divulgação PMA)

Após uma denúncia, a PMA (Polícia Militar Ambiental) flagrou, na tarde deste sábado (29), uma residência que servia como criadouro para galos de briga, no Jardim Tarumã, em Campo Grande. Cerca de 72 galos machucados estavam presos em gaiolas.

Segundo a polícia, o local não funcionava como espaço para apostas, comuns nesse tipo de rinha, porém, a residência era destinada para a finalidade de comercializar. O homem, de 46 anos, informou que treinava os animais para serem vendidos em Corumbá e até mesmo na Bolívia.

Além disso, os animais estavam presos em gaiolas de madeira e algumas de ferro com espaço apertados, sendo que em alguns, os galos não se movimentavam direito, não tinham luz do sol e circulação inadequada.

Ainda de acordo com a PMA, diversos galos apresentavam ferimentos na crista e peito, outros estavam mutilados, com as esporas cortadas. Os animais foram resgatados e as gaiolas apreendidas.

O infrator foi conduzido para delegacia e responderá por maus-tratos, com pena prevista de três meses a um ano de detenção e por manter animal silvestre em cativeiro, cuja pena prevista é de seis meses a um ano de detenção, e multado em R$ 36 mil.

Jornal Midiamax