Polícia

Jurados absolvem homem acusado de matar o amigo a facadas

Marcus da Silva Lima foi absolvido do homicídio do amigo Humberto Morais de Lima, ocorrido em 2016, na Avenida Cônsul Assaf Trad, no bairro Novos Estados, em Campo Grande. O julgamento foi realizado nesta terça-feira (04), pela 1ª Vara do Tribunal do Júri. O réu negou o crime e disse que estava em casa dormindo.  […]

Renan Nucci Publicado em 04/02/2020, às 17h18 - Atualizado em 05/02/2020, às 08h04

Crime aconteceu em 2016 (Henrique Arakaki, Midiamax)
Crime aconteceu em 2016 (Henrique Arakaki, Midiamax) - Crime aconteceu em 2016 (Henrique Arakaki, Midiamax)

Marcus da Silva Lima foi absolvido do homicídio do amigo Humberto Morais de Lima, ocorrido em 2016, na Avenida Cônsul Assaf Trad, no bairro Novos Estados, em Campo Grande. O julgamento foi realizado nesta terça-feira (04), pela 1ª Vara do Tribunal do Júri. O réu negou o crime e disse que estava em casa dormindo. 

“Em face do exposto, acolhendo a soberana decisão do Conselho de Sentença, julgo improcedente a pretensão acusatória deduzida pelo Ministério Público Estadual, para o fim de absolver o acusado da imputação relativa ao crime de homicídio doloso”, afirmou o juiz Carlos Alberto Garcete, ao proferir a sentença.

Em depoimento, o Marcus disse ser amigo da família de Humberto, e que no dia do crime estava em sua casa dormindo, já que estaria cuidando de sua mãe que recentemente havia passado por uma cirurgia. Ele alegou que não sabia da morte de Humberto até que foram procurá-lo na sua residência.

O acusado ainda falou que não tinha conhecimento se Humberto estava sendo ameaçado ou se tinha desavenças com alguém. Apenas falou que a vítima era vista constantemente na companhia de um ex-pm, que não soube dizer o nome.

No dia do assassinato, apenas uma pessoa testemunhou o crime. Ele estava trabalhando em uma guarita em frente a uma revenda de café, quando teria visto uma camionete que passava na avenida fazer o retorno e encostar em Humberto que caiu no chão. Em seguida viu o acusado correndo pela rua.

Ele achou que a vítima havia sido atropelada, mas quando a polícia chegou ao local foi percebido que Humberto tinha sido assassinado a facadas. A arma usada para o crime foi encontrada e apreendida pela polícia. O acusado foi reconhecido pela testemunha na delegacia um ano após o crime. Ele estava respondendo pelo homicídio em liberdade.

Jornal Midiamax