Polícia

Empresário é preso por fabricar álcool em gel clandestino em bairro de Campo Grande

O dono de uma empresa, no bairro Coronel Antonino, em Campo Grande, foi preso nesta segunda-feira (16) depois de denúncias de que ele estava produzindo álcool em gel de forma clandestina. Um tanque com combustível também foi encontrado no local. Ele passa por audiência de custódia nesta terça-feira (17). Quando os policiais chegaram ao local […]

Thatiana Melo Publicado em 17/03/2020, às 09h32 - Atualizado às 14h36

Estava vendendo produto em grupos de whatsApp (Divulgação PC)
Estava vendendo produto em grupos de whatsApp (Divulgação PC) - Estava vendendo produto em grupos de whatsApp (Divulgação PC)

O dono de uma empresa, no bairro Coronel Antonino, em Campo Grande, foi preso nesta segunda-feira (16) depois de denúncias de que ele estava produzindo álcool em gel de forma clandestina. Um tanque com combustível também foi encontrado no local. Ele passa por audiência de custódia nesta terça-feira (17).

Quando os policiais chegaram ao local encontraram um tanque com 1 mil litros de álcool puro, que depois de misturados estavam sendo embalados e rotulados sem autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), como álcool em gel 70%. Na empresa, os policias encontraram também um tanque com 98% de combustível estocado.

Sobre o combustível, o empresário contou que era apara abastecer os carros da empresa. O dono da empresa estava produzindo álcool em gel 70% sem autorização. Ele acabou preso e passa por audiência de custódia nesta terça-feira (17).

Em depoimento, o empresário disse que passou a divulgar o produto no dia 14 em grupos de WhatsApp, e que não tinha licença para a fabricação e nem para o armazenamento de combustível, na empresa. O combustível vinha de uma fábrica em Fátima do Sul. Ele ainda contou que estava em fase de testes.

O bioquímico da empresa havia pegado na internet rótulos de outros produtos, e adaptado ao nome da empresa. O empresário, então, teria mandado fazer a impressão e rotulado os álcoois em gel que estava comercializando.

O crime consistente em ter em depósito para venda de produtos saneantes sem registro, quando exigível, no órgão de vigilância sanitária competente, cuja pena varia de 10 a 20 anos de reclusão.

Jornal Midiamax