Polícia

Comerciante jurado de morte pelo PCC é ‘expulso’ da fronteira em MS por pistoleiros

Um comerciante de 47 anos da cidade de Ponta Porã a 346 quilômetros de Campo Grande, foi ‘expulso’ da cidade neste último sábado (4) depois de ser procurado por pistoleiros e ser avisado que estava jurado de morte pelo PCC (Primeiro Comando da Capital), pelo assassinato de dois rapazes. A vítima procurou a delegacia, nesta […]

Thatiana Melo Publicado em 07/04/2020, às 06h34 - Atualizado às 09h20

Polícia teve dificuldade em acabar com aglomeração (Ilustrativa)
Polícia teve dificuldade em acabar com aglomeração (Ilustrativa) - Polícia teve dificuldade em acabar com aglomeração (Ilustrativa)

Um comerciante de 47 anos da cidade de Ponta Porã a 346 quilômetros de Campo Grande, foi ‘expulso’ da cidade neste último sábado (4) depois de ser procurado por pistoleiros e ser avisado que estava jurado de morte pelo PCC (Primeiro Comando da Capital), pelo assassinato de dois rapazes. A vítima procurou a delegacia, nesta segunda-feira (6) para registrar um boletim de ocorrência.

Segundo o comerciante, ele foi procurado pelos pistoleiros no sábado (4), quando estava em seu estabelecimento comercial junto de seu pedreiro. Os homens chegaram em um veículo Strada, e informaram a vítima que era para ele sair da cidade por que a morte dela havia sido encomendada por uma mulher de nome Bianca, pelo assassinato de dois rapazes em data anterior, e que o comerciante estaria envolvido o que foi negado pelo homem.

Com medo das ameaças, já que os pistoleiros mostraram saber sobre sua rotina, nome completo, endereço, o comerciante foi orientado pelos próprios autores a sair da cidade, que uma hora os integrantes do PCC esqueceriam ele, mas que se não obedecesse estava à espera da vítima duas metralhadoras para mata-lo.

O comerciante, então, fugiu da cidade e procurou uma delegacia para registrar o boletim de ocorrência. Ele ainda contou que em um único dia antes de ir embora teria recebido mais de 26 ligações em seu celular de número que afirmou não conhecer, mas que não atendeu por medo. Ele nega que esteja envolvido em qualquer crime.

Jornal Midiamax