Polícia

Casal cai no golpe do cartão clonado depois de receber ligação em MS

Um casal de Corumbá, distante 341 km de Campo Grande, caiu no golpe do cartão clonado após receberem uma ligação em casa. Casa foi registrado na 1ª Delegacia de Polícia do município como estelionato. Segundo boletim de ocorrência, a mulher, de 48 anos, estava em casa com o marido quando recebeu uma ligação no telefone […]

Fábio Oruê Publicado em 05/12/2020, às 17h22 - Atualizado em 06/12/2020, às 11h03

Delegacia de Corumbá. (Foto: Arquivo)
Delegacia de Corumbá. (Foto: Arquivo) - Delegacia de Corumbá. (Foto: Arquivo)

Um casal de Corumbá, distante 341 km de Campo Grande, caiu no golpe do cartão clonado após receberem uma ligação em casa. Casa foi registrado na 1ª Delegacia de Polícia do município como estelionato.

Segundo boletim de ocorrência, a mulher, de 48 anos, estava em casa com o marido quando recebeu uma ligação no telefone fixo. Ao atender, uma moça disse que era do setor de fraudes de cartões de crédito da Febraban (Federação Brasileira dos Bancos), e afirmou que os cartões dela haviam sido clonados e que por tal situação, teria que confirmar seus dados.

De acordo com a vítima, a golpista sabia de seus dados pessoais e ela foi confirmando até chegar ao número dos cartões e senhas. Em seguida, disse para que ela cortasse os cartões e que iria enviar um motoboy para recolhê-los.

Ao perceber que a mulher é casada, a estelionatária disse que o cartão do marido dela também estava fraudado e fez o mesmo procedimento com ele. Ao final da ligação, mandou que o casal aguardasse o motoboy para entregar os cartões.

Momentos depois, o homem foi à residência e mostrou uma CNH (Carteira Nacional de Habilitação) em nome de Lucas Ferreira Oliveira, mas ficou o tempo todo de máscara, não sendo possível ver o rosto dele. O casal tirou uma foto do documento e entregou os cartões, sendo dois da mulher e um do marido.

As vítimas só perceberam que caíram em um golpe quando começaram a receber notificações de compras no aplicativo do celular.

Depois de se certificar que agência bancária e loja de departamentos não fazem esse tipo de procedimento, o casal procurou a delegacia. O registro não informa quanto foi o prejuízo dado pelos estelionatários.

Jornal Midiamax