Suspeito entra em residência da Capital e deixa desenhos de pessoas degoladas

Uma mulher de 24 anos, que terá a identidade preservada, procurou a delegacia de polícia, na noite desta terça-feira (28) após aparecer um desenho de pessoas degoladas dentro da própria casa, no Jardim das Cerejeiras, em Campo Grande. Ainda, de acordo com a moradora, várias ocorrências estranhas vêm acontecendo na residência desde a última segunda-feira […]
| 01/03/2019
- 18:04
Suspeito entra em residência da Capital e deixa desenhos de pessoas degoladas

Uma mulher de 24 anos, que terá a identidade preservada, procurou a delegacia de polícia, na noite desta terça-feira (28) após aparecer um desenho de pessoas degoladas dentro da própria casa, no Jardim das Cerejeiras, em Campo Grande. Ainda, de acordo com a moradora, várias ocorrências estranhas vêm acontecendo na residência desde a última segunda-feira (25).

Na segunda, conforme a mulher, ao chegar em casa notou que as janelas, que deixou fechadas, estavam abertas e o cachorro, que ela deixou solto, estava preso e haviam o alimentado.

Na terça-feira (26), quando acordou, a mulher percebeu um desenho do número quatro com sabão em pó, em frente ao portão de casa. Com medo, ela não dormiu na residência de terça para quarta-feira (27).

Ao chegar, na quarta-feira pela manhã, a mulher localizou um livro aberto com a escrita “não precisa ter medo” e alguém teria deixado várias colheres no congelador. Já, no período da tarde, ela notou um papel com seis pessoas desenhadas e cinco delas com um risco no pescoço como se tivessem sido degoladas.

Já nesta quinta-feira (28), quando chegou em casa, se deparou com uma mensagem escrita com caneta em seu espelho que dizia: “Você tirou tudo que era meu, você lembra? Agora é a minha vez”. Também percebeu uma marca de beijo na parede do banheiro.

A Polícia Civil acionou a perícia para averiguar o caso, que foi registrado na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Centro.

Insegurança

No bairro, muitos moradores preferem não relatar o dia-a-dia na região. O silêncio é a resposta. “A gente não mexe com eles e eles não mexem com a gente”, disse  um morador sobre a bandidagem.

Na região, de acordo com os moradores, tem bastante ocorrências de furtos. “Como são pequenos furtos, a gente nem registra na delegacia, eu já fui ameaçado depois que registrei ocorrência, mas hoje me faço de surdo e cego”, relata.

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