Mulher encontrada seminua em córrego morreu afogada, aponta laudo

Laudos do Imol apontaram que Rosana dos Santos Dantas, 32 anos, morreu afogada. O corpo da diarista foi encontrado no dia 3 de fevereiro por moradores que tomavam banho no rio que fica no bairro Nova Lima, em Campo Grande. Conforme informações do delegado responsável pelo caso, Sérgio Luiz, da 2ª Delegacia de Polícia, o […]
| 16/03/2019
- 17:15
Mulher encontrada seminua em córrego morreu afogada, aponta laudo

Laudos do Imol apontaram que Rosana dos Santos Dantas, 32 anos, morreu afogada. O corpo da diarista foi encontrado no dia 3 de fevereiro por moradores que tomavam banho no rio que fica no , em Campo Grande.

Conforme informações do delegado responsável pelo caso, Sérgio Luiz, da 2ª Delegacia de Polícia, o laudo do Imol apontou que a causa da morte se deu por afogamento e não havia sinais de violência pelo corpo de Rosana.

Resultados de outros exames ainda são aguardos para saber se ela foi vítima ou não de violência sexual. “Restam exames laboratoriais para saber se houve violência sexual”, disse o delegado.

Rosana teria passado a noite em um bar da região, e por volta das 7/8 horas da manhã do dia 3 de fevereiro teria ido junto com um grupo para a casa de um senhor na região, onde aconteceria um churrasco.

Mas, como o churrasco não aconteceu Rosana teria saído na companhia de um homem em uma motocicleta de cor branca. A polícia tenta agora identificar o desconhecido para saber o que teria acontecido com a vítima, que foi encontrada em um córrego com a calcinha abaixada.

Caso

De acordo com as informações da polícia, Rosana teria saído na noite do dia 2 de fevereiro com algumas amigas, até um bar que fica na proximidade da casa onde morava. O marido foi até o local, onde ficou por algum tempo, mas foi embora após uma discussão.

O corpo foi localizado na manhã de domingo, do dia 3 de fevereiro. A princípio, as testemunhas acharam que fosse um travesseiro boiando. No entanto, ao se aproximarem, perceberam que era corpo de uma mulher.

Várias pessoas já foram ouvidas, inclusive o marido de Rosana, que afirmou ser normal a mulher sair e voltar três dias depois, motivo pelo qual ele não teria registrado boletim de ocorrência pelo seu desaparecimento.

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