Polícia

Matou meu marido de forma cruel e covarde, diz esposa de major assassinado em Bonito

Tristeza, indignação pela forma cruel como o marido, o major do Exército Paulo Setterval, foi assassinado a facadas em frente a um hotel de Bonito, é que Elaine Setterval aos prantos tenta encontrar forças. O major estava em um encontro com amigos de formatura junto da esposa, quando foi assassinado, no domingo (14). “Matou meu […]

Thatiana Melo Publicado em 16/04/2019, às 10h00 - Atualizado às 13h37

Foto: Minamar Júnior
Foto: Minamar Júnior - Foto: Minamar Júnior

Tristeza, indignação pela forma cruel como o marido, o major do Exército Paulo Setterval, foi assassinado a facadas em frente a um hotel de Bonito, é que Elaine Setterval aos prantos tenta encontrar forças. O major estava em um encontro com amigos de formatura junto da esposa, quando foi assassinado, no domingo (14).

“Matou meu marido de forma cruel e covarde”, falou em meio a lágrimas Elaine, que ainda disse que não só Paulo foi morto, mas toda a família dela também. Durante sua fala, a esposa do major ainda contou que o marido levou o legado dele com muito amor, agregando a vida de muitos jovens.

Sobre o momento do crime, Elaine disse que “Ele (autor) já tinha saído armado para matar a mulher dele e encontrou meu marido no caminho, o matando de forma cruel”, falou.

Um amigo e professor, Reginaldo Chaparro de 50 anos, que trabalhou durante 10 anos com o major disse que a morte de Paulo é uma perda imensurável, “Ele se dedicava a matemática e estimulava que os professores fizessem melhor em prol dos alunos”, comentou

Muitos amigos do Exército, alunos e professores com quem o major trabalhou foram se despedir de Paulo, nesta terça-feira (16). Muitos ainda abalados e sem acreditar no que aconteceu preferiram não falar mantendo o silêncio durante a despedida.

Matou meu marido de forma cruel e covarde, diz esposa de major assassinado em Bonito
“Matou meu marido de forma cruel”, disse Elaine. (Foto: Minamar Júnior)

Paulo Settervall estava reunido com amigos da turma de formatura de Salvador (BA), que vieram conhecer o Pantanal sul-mato-grossense. Ele foi assassinado em frente a um hotel no Centro da cidade de Bonito, quando desceu do quarto para fumar cigarro.  Paulo foi um dos militares de carreira que ajudaram a implantação do Colégio Militar da Capital, onde trabalhou até se aposentar. Saindo de lá, não se afastou das salas de aula e estava lecionando no Bionatus, uma escola particular de Campo Grande. Por nota no Facebook, a escola, que está em recesso, prestou pesar aos familiares pela morte trágica do professor.

Jornal Midiamax