Polícia

Homem que matou a tiros após discussão é condenado a 16 anos de prisão

Maisson Vinicius Vitório Costa foi condenado a 16 anos de prisão, em regime fechado, pela morte de Pedro Paulo Ferreira da Silva, de 23 anos. O primo de Maisson, Ronaldo de Andrade, que também foi julgado por porte de arma, foi absolvido nesta quarta-feira (27). O Ministério Público pediu a condenação de Maisson pelo crime […]

Dayene Paz Publicado em 27/03/2019, às 19h05 - Atualizado em 28/03/2019, às 12h23

Maisson que está a esquerda foi julgado por homicídio e o primo, ao lado, por porte de arma (Foto: Minamar Júnior)
Maisson que está a esquerda foi julgado por homicídio e o primo, ao lado, por porte de arma (Foto: Minamar Júnior) - Maisson que está a esquerda foi julgado por homicídio e o primo, ao lado, por porte de arma (Foto: Minamar Júnior)

Maisson Vinicius Vitório Costa foi condenado a 16 anos de prisão, em regime fechado, pela morte de Pedro Paulo Ferreira da Silva, de 23 anos. O primo de Maisson, Ronaldo de Andrade, que também foi julgado por porte de arma, foi absolvido nesta quarta-feira (27).

O Ministério Público pediu a condenação de Maisson pelo crime de homicídio qualificado pelo recurso que dificultou a defesa da vítima, mas com a exclusão do motivo torpe. Também pediu a condenação pelo porte ilegal de arma com numeração raspada. Já a defesa, sustentou a absolvição ou exclusão das qualificadoras no homicídio.

O crime aconteceu no Jardim Itamaracá, em Campo Grande, em fevereiro de 2018, depois que Maisson foi tirar satisfação porque a vítima teria mexido com a namorada de um amigo. Durante depoimento, ele contou que após matar Pedro com quatro tiros, ele foi para casa, tomou banho, assistiu televisão e foi dormir.

No dia do crime, Maisson afirmou que estava voltando para casa depois de sair da residência da namorada e encontrou Pedro deitado em um mato, na esquina de sua casa. Eles começaram a discutir e como revólver que comprou por R$ 1.700 deu quatro tiros na vítima, sendo que um atingiu a cabeça e outro a axila.

Dias antes do crime, os dois haviam brigado quando Maisson foi tirar satisfação com Pedro, que supostamente tinha mexido com a namorada de um amigo. A arma do crime foi comprada por ele que disse sofrer ameaças de várias pessoas na região. O primo de Maisson foi julgado por porte ilegal de arma, depois de esconder o revólver após o assassinato.

Jornal Midiamax