Polícia

Homem assassinado em Ponta Porã tinha escapado de atentado em outubro

O homem identificado como Fidel Medina Garcia de 28 anos, que foi assassinado no final da tarde desta quinta-feira (26), em Ponta Porã  e que estava em um terreno baldio na rua Vital Brasil esquina com a João Vayres na Vila Maísa,  em Ponta Porã, tinha sofrido um atentado no dia 5 de outubro de […]

Marcos Morandi Publicado em 27/12/2019, às 09h21

A vítima já tinha cumprido pena por homicídio na fronteira. (Divulgação)
A vítima já tinha cumprido pena por homicídio na fronteira. (Divulgação) - A vítima já tinha cumprido pena por homicídio na fronteira. (Divulgação)

O homem identificado como Fidel Medina Garcia de 28 anos, que foi assassinado no final da tarde desta quinta-feira (26), em Ponta Porã  e que estava em um terreno baldio na rua Vital Brasil esquina com a João Vayres na Vila Maísa,  em Ponta Porã, tinha sofrido um atentado no dia 5 de outubro de 2017.

Na época, ele trafegava de moto por uma das ruas do bairro Santa Izabel,  em Ponta Porã,  quando foi atacado por homens armados. Na tentativa de fugir dos pistoleiros ele que estava com um filho que 7 anos na época, acabou batendo a moto que pilotava na traseira de uma caminhonete. Fidel levou um tiro em um dos braços, já o filho dele teve ferimentos graves e teve que ser levado para o Hospital da Vida em Dourados.

Em depoimento em outubro na delegacia, ele disse que não se lembrava de nada e não sabia porque tinha sofrido o atentado. Fidel foi preso no dia 10 de fevereiro de 2015 e confessou ter matado Marcos Cardoso Perez no dia 4 de setembro de 2014.

Nesta quinta-feira ele deixava a Lanchonete Seven, quando foi surpreendido por pelo menos dois homens em um veículo. Quando notou que seria atacado ele tentou correr, mas foi atingido por seis disparos e caiu morto.

Depois do crime os atiradores fugiram. Pelo menos duas armas diferentes foram usadas na execução de Fidel. Após o crime os assassinos deixaram o local e nem mesmo as características do carro que eles usavam foram informadas aos policiais.O caso continua sob investigação do SIG (Serviço de Investigações Gerais) da Polícia Civil de Ponta Porã.

Jornal Midiamax