Polícia

Há um ano, pintor era condenado por matar o namorado pai de santo

Um ano após matar o pai de santo, Michael Morgan Noronha Andreoli, de 57 anos, em um terreiro de Umbanda, na Vila Piratininga, em Campo Grande, o pintor Leonardo Rodrigues Jure, de 25 anos, era condenado pela Justiça, em junho deste ano. O assassinato que aconteceu no dia 30 de julho de 2018 foi motivado pelo […]

Thatiana Melo Publicado em 30/07/2019, às 07h00 - Atualizado às 08h13

Foto: Mariana Rodrigues
Foto: Mariana Rodrigues - Foto: Mariana Rodrigues

Um ano após matar o pai de santo, Michael Morgan Noronha Andreoli, de 57 anos, em um terreiro de Umbanda, na Vila Piratininga, em Campo Grande, o pintor Leonardo Rodrigues Jure, de 25 anos, era condenado pela Justiça, em junho deste ano.

O assassinato que aconteceu no dia 30 de julho de 2018 foi motivado pelo medo que o pintor tinha de que o relacionamento amoroso entre eles fosse descoberto, depois de Michael fazer chantagens contra ele.

Na época, a polícia acreditava que se tratava de um crime de latrocínio, já que um celular e um notebook haviam sido levados da casa do pai de santo. Michael foi morto asfixiado com um fio de telefone.

Leonardo tinha medo que imagens de relações sexuais entre eles gravadas em celular pudessem vir a público. Em julgamento no dia 4 de junho deste ano, ele foi condenado a 14 anos de prisão pelo crime.

A versão dada por Leonardo durante sua prisão e mantida em seu julgamento era de que após ser chantageado, marcou um encontro com o pai de santo com o intuito de cometer o assassinato e destruir as supostas filmagens. O autor teria aproveitado que a vítima tirou a roupa e provocou a morte por estrangulamento com fio de telefone. Após o crime, ele pegou o notebook e o celular e foi embora.

Depois, ele ficou escondido na casa de um amigo de infância e confessou à mulher dele que “teria cometido uma besteira”. Michael, foi encontrado morto na sua casa seminu, sem as roupas de baixo, pelo filho.

Jornal Midiamax