Polícia

Condenada a 14 anos de prisão, namorada de PM é presa em MS

O SIG (Setor de Investigações Gerais) da Polícia Civil de Três Lagoas, a 338 quilômetros de Campo Grande, prendeu nesta terça-feira (30) Naielle de Souza Leal, de 33 anos, condenada a 14 anos de prisão pelo homicídio de Daniel Moreira dos Santos, de 36 anos, ocorrido no dia 11 de agosto de 2012. O namorado […]

Renan Nucci Publicado em 30/04/2019, às 18h51

Foto: Divulgação/Polícia Civil
Foto: Divulgação/Polícia Civil - Foto: Divulgação/Polícia Civil

O SIG (Setor de Investigações Gerais) da Polícia Civil de Três Lagoas, a 338 quilômetros de Campo Grande, prendeu nesta terça-feira (30) Naielle de Souza Leal, de 33 anos, condenada a 14 anos de prisão pelo homicídio de Daniel Moreira dos Santos, de 36 anos, ocorrido no dia 11 de agosto de 2012. O namorado dela, um policial militar, também foi condenado pelo crime.

Segundo nota divulgada pelo delegado de polícia Ailton Pereira de Freitas, Naielle foi localizada no Jardim Alvorada e levada para a delegacia. Em seguida, foi encaminhada para realizar exame de corpo de delito e acabou entregue no Estabelecimento Penal Feminino de Três Lagoas, para dar início ao cumprimento da pena.

Conforme noticiado, na época dos fatos, Naielle telefonou para o celular da vítima e marcou encontro em local deserto, durante a madrugada, próximo a lagoa maior. No local, o militar namorado dela efetuou dois disparos contra o rapaz, que foi atingido na cabeça. O homicídio foi motivado porque a vítima estava cobrando dívida dos acusados, referente a um serviço de limpeza que fez na residência do pai do policial.

De acordo com o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, arma foi “estranhamente” localizada na residência de um homem suspeito de tráfico de drogas por policiais que entraram no local sem mandado judicial.

Durante julgamento, promotor de justiça pediu a condenação dos acusados por homicídio cometido mediante dissimulação e recurso que dificultou a defesa da vítima, que foi atingida pelas costas. Já a defesa pediu absolvição. Conselho de Sentença, por maioria de votos declarados, reconheceu a materialidade, letalidade e autoria do crime e condenou os acusados.

Jornal Midiamax