Polícia

Promotora indicia 3 por morte de jovem esquartejado e jogado em tambor

Genaro Lopes Martins, sua esposa Diana Clavel Pimentel Acosta e um adolescente de 14 anos foram indiciados por homicídio de Alex Ziole Areco Aquino, 14 anos, na cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero, cidade vizinha a Ponta Porã, a 320 quilômetros de Campo Grande. O indiciamento aconteceu após indignação e reprovação popular devido ao primeiro […]

Diego Alves Publicado em 09/12/2019, às 23h17 - Atualizado em 10/12/2019, às 11h29

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Genaro Lopes Martins, sua esposa Diana Clavel Pimentel Acosta e um adolescente de 14 anos foram indiciados por homicídio de Alex Ziole Areco Aquino, 14 anos, na cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero, cidade vizinha a Ponta Porã, a 320 quilômetros de Campo Grande.

O indiciamento aconteceu após indignação e reprovação popular devido ao primeiro indiciamento, que foi dde cárcere privado e desaparecimento de pessoa. Genaro e a esposa estão presos na Penitenciaria Regional de Pedro Juan Caballero. A promotora de justiça Sandra Diaz é a responsável pela acusação.

O motivo do crime seria uma briga que o garoto teve na escola com o cunhado de Genaro. A briga aconteceu no dia 22 de novembro, um dia antes do jovem desaparecer. Genaro confirmou que o cunhado dele, de 15 anos, e Alex tiveram um desentendimento na escola. O cunhado também chegou a ser apreendido nesta quinta-feira. Genaro contou que no mesmo dia procurou a Polícia Civil de Ponta Porã, onde prestou queixa contra quatro pessoas que estariam envolvidas na briga.

O brasileiro afirmou que não tinha motivos para cometer o crime. No entanto, na casa dele foram apreendidas pás e um facão, que teriam sido utilizadas no esquartejamento do jovem e também para enterrar o corpo, que foi posteriormente desenterrado e colocado no tambor. Genaro ainda relatou que os materiais estavam na casa porque a residência passa por reformas.

Alex Ziole de 14 anos de idade desapareceu no último dia 23 de novembro, quando foi sequestrado por ocupantes de uma camionete em Pedro Juan. O corpo só foi encontrado 12 dias depois, nesta quinta-feira (5), dentro de um tambor de plástico, em uma estrada de Ponta Porã. O menino teria sido queimado e esquartejado pelos suspeitos.

Jornal Midiamax