Polícia

Seis são presos durante ‘Operação Mudra’ pelo Gaeco; entre eles três mulheres

Seis pessoas foram presas durante a deflagração da ‘Operação Mudra’, realizada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) nesta segunda-feira (23). Entre os presos estão três mulheres. Todos foram detidos na cidade de Nova Andradina,  a 297 quilômetros de Campo Grande. Os presos seriam integrantes da facção criminosa PCC (Primeiro Comando […]

Thatiana Melo Publicado em 23/07/2018, às 12h34 - Atualizado em 24/07/2018, às 07h57

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Seis pessoas foram presas durante a deflagração da ‘Operação Mudra’, realizada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) nesta segunda-feira (23). Entre os presos estão três mulheres. Todos foram detidos na cidade de Nova Andradina,  a 297 quilômetros de Campo Grande.

Os presos seriam integrantes da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital). Durante o cumprimento dos mandados foram encontradas uma espingarda de pressão modificada para receber munição calibre .22, porções de drogas e balança de precisão além de vários aparelhos celulares.

O empresário Ademir Naide, de 46 anos, está entre os presos na cidade. Foram feitas buscas e apreensões em seus imóveis. Ele foi levado para a delegacia para prestar esclarecimentos.

Cinco cidades de Mato Grosso do Sul foram alvos da Operação Mudra. Entre as cidades estão Campo Grande, Dourados, Terenos, Nova Andradina, Caarapó e Porecatu, que fica no Paraná. Foram cumpridos 24 mandados, sendo seis de prisão e 18 de busca e apreensão. A operação foi deflagrada depois de investigações em que foram descobertas ordens enviadas de integrantes da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) de dentro dos presídios para criminosos em liberdade.

Durante as investigações foi apurado que a organização criminosa desenvolvia ações voltadas para o tráfico de drogas, no fortalecimento da facção e no autofinanciamento por meio da prática de roubos e outros crimes.

Ainda segundo informações do Gaeco, foram comprovados julgamentos do ‘Tribunal do Crime’ pelos integrantes da facção criminosa. Não há informações de prisões na Capital.

Nome da operação

O nome da operação se dá pelos gestos simbólicos usados pelos integrantes da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital). Mudras são gestos feitos com as mãos, usados na yoga, budismo e dança indiana.

(Foto: Jornal da Nova)

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