Polícia

Protesto na Penal: presos por crimes sexuais temem ficar na Máxima por causa do PCC

Os três detentos que escalaram a caixa d’ água do IPCG (Instituto Penal de Campo Grande), na manhã desta sexta-feira (13) recusam ser enviados para o Presídio de Segurança Máxima da Capital, já que teriam problemas com a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital). A Agepen confirmou que os três presos estariam cumprindo pena […]

Thatiana Melo Publicado em 13/07/2018, às 10h15 - Atualizado às 16h52

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Os três detentos que escalaram a caixa d’ água do IPCG (Instituto Penal de Campo Grande), na manhã desta sexta-feira (13) recusam ser enviados para o Presídio de Segurança Máxima da Capital, já que teriam problemas com a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).

A Agepen confirmou que os três presos estariam cumprindo pena por crimes sexuais. E informações extraoficiais apuradas pelo Jornal Midiamax dão conta que a recusa de transferência para a Máxima pelos presos seria por problemas com a facção PCC.

Os presos afirmam que estão há 10 dias sem alimentação e que as visitas foram interrompidas, além de serem feridos por spray de pimenta. Os detentos acusam um agente penitenciário pelos casos de agressões.

Eles teriam escalado a caixa d’ água durante o banho de sol. Nesta quinta-feira (12) alguns presos teriam sido transferidos para o Presídio de Dois Irmãos do Buriti.

O Cope (Comando de Operações Penitenciárias) está no Instituto Penal para fazer a retirada dos presos da caixa d’ água. Eles estariam em uma cela disciplinar por mau comportamento.

(Foto: Marcos Ermínio)

Jornal Midiamax