Polícia

Polícia encontra celular de estudante de medicina morta a facadas

Investigadores da Divisão de Homicídios da polícia paraguaia encontraram o celular da estudante de medicina Erika de Lima Corte, de 29 anos, encontrada morta no dormitório em que morava na madrugada do último dia 20, em Pedro Juan Caballero, no Paraguai, na fronteira com o Brasil em Ponta Porã, cidade a 298 quilômetros de Campo […]

Diego Alves Publicado em 03/09/2018, às 20h27 - Atualizado às 22h11

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Investigadores da Divisão de Homicídios da polícia paraguaia encontraram o celular da estudante de medicina Erika de Lima Corte, de 29 anos, encontrada morta no dormitório em que morava na madrugada do último dia 20, em Pedro Juan Caballero, no Paraguai, na fronteira com o Brasil em Ponta Porã, cidade a 298 quilômetros de Campo Grande.

O principal suspeito de cometer o crime é o eletricista Cristopher Andrés Romero Irala, 27, que está preso. O celular da vítima havia sido levado da casa, no dia do crime. O celular foi encontrado com um homem que disse ter comprado o celular com Cristopher.

Ele contou que bebia com um grupo de amigos, próximo à fronteira com Ponta Porã, momento em que apareceu Cristopher e ofereceu o celular.

Cristopher já tinha sido preso pela morte de outra universitária, a paraguaia Daisy Patrícia Benítez Gómez, 26, em 2012. Por falta de provas, ele acabou sendo solto.

Daisy foi morta a facadas após ter sido torturada. Após ser solto, ele começou a trabalhar com o pai em instalações elétricas, onde teria conhecido Erika.

Crime

O corpo da estudante de medicina foi encontrado durante na madrugada desta segunda-feira (20), em seu dormitório em Pedro Juan Caballero, na fronteira com Ponta Porã.

Erika era brasileira e cursava Medicina em uma faculdade de Pedro Juan Caballero, no Paraguai.

A polícia foi chamada por uma amiga de Erika, que encontrou o corpo por volta do último dia 20. A vítima tinha 13 pequenas perfurações de faca pelo corpo, o que levou a polícia paraguaia a crer que Erika tenha sido torturada antes de ser morta.

Jornal Midiamax