Polícia

Oito meses após achado de cadáver na Máxima, Agepen vai investigar caso

Detento foi encontrado enforcado dentro de cela no ano passado

Joaquim Padilha Publicado em 16/02/2018, às 11h20

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Detento foi encontrado enforcado dentro de cela no ano passado

Quase oito meses após um presidiário ter sido encontrado morto na Penitenciária de Segurança Máxima de Campo Grande, a Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário) instaurou uma comissão sindicante para apurar o caso.

O detento Luiz Fernando da Silva dos Santos, de 27 anos, foi encontrado pendurado por uma corda em uma cela da Máxima, no dia 27 de junho do ano passado. A morte ocorreu um dia depois de outro detento, José Alves do Ouro Filho, 31 anos, também ser encontrado morto na unidade.

A princípio, a Polícia Civil classificou que poderia se tratar de um homicídio com simulação de suicídio. O caso foi a quarta morte de um detento na Máxima em 2017, e ocorreu de forma semelhante a do detento morto no dia anterior, também encontrado enforcado.Oito meses após achado de cadáver na Máxima, Agepen vai investigar caso

A comissão sindicante foi instaurada nesta sexta-feira (16). O grupo formado por três servidores irá investigar as causas da morte do detento e terá de elaborar um relatório em até 90 dias. O caso será investigado pela Corregedoria Geral da Agepen.

Além dessa comissão, outra sindicância foi implantada na Agepen para apurar o motivo da soltura indevida de um detento monitorado eletronicamente, Edgar Cesar Gonçalves Tabordo, ao fim de janeiro

Jornal Midiamax