Polícia

Motorista de aplicativo se nega a fazer programa e é roubado por travestis

Motorista de aplicativo de 31 anos foi roubado após se negar a fazer programa com travesti na rua 15 de Novembro em Campo Grande na madrugada deste domingo (28). Segundo a vítima, uma travesti pediu uma corrida até uma conveniência na Ernesto Geisel. Segundo o boletim de ocorrência, o motorista que faz corridas esporádicas pelo […]

Mariana Rodrigues Publicado em 28/10/2018, às 08h46 - Atualizado às 08h52

Foto: Ilustrativa
Foto: Ilustrativa - Foto: Ilustrativa

Motorista de aplicativo de 31 anos foi roubado após se negar a fazer programa com travesti na rua 15 de Novembro em Campo Grande na madrugada deste domingo (28). Segundo a vítima, uma travesti pediu uma corrida até uma conveniência na Ernesto Geisel.

Segundo o boletim de ocorrência, o motorista que faz corridas esporádicas pelo aplicativo, passava pela rua 15 de Novembro, Centro de Campo Grande, quando a travesti acenou e perguntou se ele fazia corrida. Ele confirmou e ela entrou no veículo com outra travesti e pediu para que ele as levassem até uma conveniência na Ernesto Geisel.

No meio do caminho, a travesti pediu para fazer programa com o motorista, que segundo ele, negou, e então ela pediu para que ele voltasse no local em que a corrida havia iniciado.

A vítima conta em seu depoimento à polícia que a autora tirou um objeto de dentro da bolsa, aparentando ser uma tesoura e disse que queria receber o programa, e começou a golpear o painel do veículo.

A vítima disse que ficou com medo, pegou a carteira e tirou uma nota de R$100, quando o autor observou que na carteira havia mais dinheiro, ameaçou a vítima e ordenou que ela desse mais dinheiro.

Consta no boletim de ocorrência, que a travesti levou o total de R$ 400, a outra travesti tentou levar o dinheiro da vítima, que deu dois socos em seu rosto, assim após sair do carro disse para os autores ficarem com a chave do carro, uma delas jogou a chave do veículo no chão próximo da vítima, este entrou no veículo e tentou alcançar autores, mas não conseguiu localizá-las.

O caso foi registrado como roubo na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do Centro.

Jornal Midiamax