Polícia

Suspeito de envolvimento em assassinato no Mário Covas se apresenta à polícia

Ele conduzia o carro em que o autor estava 

Midiamax Publicado em 28/06/2017, às 15h22

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Ele conduzia o carro em que o autor estava 

Um dos suspeitos de envolvimento na morte de Leandro Moreira da Silva, 35 anos, na noite do dia 23 de junho no Bairro Mário Covas pode, deve se apresentar na tarde desta quarta-feira (28) na 5ª Delegacia de Polícia Civil de Campo Grande. O crime aconteceu em um bar da região e o irmão da vítima também ficou ferido no atentado.

Identificado apenas como Robson, o suspeito seria o motorista do Fiat Palio usado no homicídio. O advogado Amilton Ferreira de Almeida, responsável pela defesa do homem, explicou que até o momento dos tiros o cliente não sabia o que estava acontecendo.

Proprietário do Palio, Robson teria dado uma carona para o autor dos disparos e o levado até o bar.  “Só depois, quando ele entrou e pediu para ele ‘vazar’ dali que meu cliente percebeu que o conhecido estava armado”, defendeu Amilton. Por medo de também ser morto, o motorista teria saído do local e abandonado o carro em seguida.Suspeito de envolvimento em assassinato no Mário Covas se apresenta à polícia

O Fiat Palio foi apreendido pela polícia nos fundos de uma residência na Rua Rubi, na Vila Morumbi. Uma munição também foi encontrada, nesta tarde, Robson deve apontar a polícia o matagal em que a arma foi jogada durante a fuga.

A motivação do crime, na versão do suspeito, é passional, já que a vítima teria mexido com a mulher do autor. Em depoimento, o motorista deve dar mais detalhes do crime para a polícia.

Entenda

Conforme a polícia, os irmãos chegaram ao bar, por volta das 20h, quando cerca de meia hora depois os suspeitos chegaram em um Pálio, vermelho. Os familiares saíram do estabelecimento em seguida, mas acabaram perseguidos e baleados.

Durante os trabalhos de investigação, policiais do SIG (Setor de Investigações Gerais) já haviam identificado o condutor do veículo como ‘Cuíca’. Uma testemunha, que estava no bar afirmou a polícia que o comparsa do motorista chegou a dizer que haviam “feito dois no Canguru, um morreu e outro viveu”.

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