Polícia

Suspeito de assassinato no Mário Covas diz que ‘apenas ofereceu carona’ ao autor

Informação é do advogado que acompanha depoimento na 5ª DP

Midiamax Publicado em 28/06/2017, às 19h30

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Informação é do advogado que acompanha depoimento na 5ª DP

Um dos suspeitos do assassinato de Leandro Moreira da Silva, 35 anos, na noite da última sexta-feira (23), na rua Leandro da Silva Salina, Bairro Mário Covas, prestou depoimento ao titular da 5ª Delegacia de Polícia de Campo Grande, delegado Jairo Mendes. Ao advogado Amilton Ferreira de Almeida, Robson Lopes dos Anjos relatou não ter participado dos disparos e que apenas ‘ofereceu carona ao autor’.

Conforme explicou o advogado, Robson estaria na mesma Rua onde o crime ocorreu na noite de sexta-feira e após uma briga com a esposa e com o sogro, saiu com o pálio. Quando deixou o local, viu o autor dos disparos pedir ajuda.

O advogado afirma, de acordo com o relato, que ele teria concedido a carona após o crime, mas que a arma utilizada ficou no carro. Desesperado, ele teria fugido e deixado o carro na casa de um amigo, onde o carro foi encontrado, na Vila Morumbi.

O delegado Jairo explicou que equipe da 5ª DP, ainda, realiza buscas pelo comparsa, que seria o responsável pelos tiros. “Ele disse que não conhece o comparsa, mas essa afirmação está fraca. As investigações continuam, mas tudo indica que ele participou do crime e pode ser indiciado por co-autoria no homídio de Leandro e na tentativa de homícido contra o irmão de Leandro, que foi baleado”, disse.

Entenda o caso

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pode ter sido motivada por vingança ou acertos de contas

Conforme a polícia, os irmãos chegaram ao bar, por volta das 20h, quando cerca de meia hora depois os suspeitos chegaram em um Pálio, vermelho. Os familiares saíram do estabelecimento em seguida, mas acabaram perseguidos e baleados.

O carro foi encontrado nos fundos de uma residência na Rua Rubi, na Vila Morumbi. As testemunhas contradizem a declaração que Robson – que também é conhecido como ‘cuíca – deu ao advogado. Uma testemunha, que estava no bar, mas que foi localizada depois do crime por policiais do Tático, afirma que o comparsa de ‘Cuíca’ chegou a dizer que haviam “feito dois no Canguru, um morreu e outro viveu”. 

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