Preso por pular na barriga de grávida atribui tudo à briga por alimentação de filha

Suspeito nega parte das agressões
| 21/03/2017
- 23:26
Preso por pular na barriga de grávida atribui tudo à briga por alimentação de filha

Suspeito nega parte das agressões

O jovem de 26 anos que foi preso, no último dia 12 de março, por pular na barriga da esposa gestante nega parte das agressões, mas disse a Polícia Civil que uma discussão pela alimentação da filha motivou a briga entre o casal. A tentativa de homicídio ocorreu em Itaporã, a 225 quilômetros da Capital.

O Delegado da Polícia Civil Guilherme Rocha, que investiga o caso disse que o suspeito nega parte das agressões, como ter batido a cabeça da vítima no poste, chutado a barriga dela e a ameaçado com uma faca.

Conforme relatos do rapaz, ele teria passado a tarde de domingo (12), bebendo em um bar de Itaporã, quando chegou a residência, próximo das 19h. Minutos depois o casal começou a discutir por divergência de dar ou não suco e leite a filha deles.

Segundo o site Ifato, em meio à discussão, o casal começou a se ofender e a trocar de empurrões. A vítima também teria dito que a mãe do suspeito queria 'tomar' seus filhos.

À polícia, o rapaz confessou ter golpeado a esposa com um tapa no rosto, e um empurrão, mas pontua que a vizinha teria separado os dois, em seguida.

Testemunhas

Um casal que mora próximo aos envolvidos ouviu a discussão dentro da residência, mas só interferiu quando a briga foi para a frente do imóvel. As testemunhas relataram terem presenciado ele batendo com a cabeça dela no poste e, posteriormente, chutando a barriga. Um deles notou que o acusado tinha uma faca em uma das mãos.

Depois, outras pessoas se aproximaram para ajudar a vítima. O Delegado relatou já ter ouvido três testemunhas e ouvirá, pelo menos, outras duas. O inquérito deve ser concluído nos próximos 10 dias.

Com a prisão preventiva decretada, o acusado continua recolhido na cela da Delegacia Pública de Itaporã. Conforme o Delegado, a previsão é que seja liberada uma vaga para transferência dele em algum presídio, somente daqui duas à três semanas.

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