Polícia

Corpo de morador da Capital é resgatado 2 dias após cair de ponte em Rio Brilhante

Vítima estava a 30 km do local onde caiu

Midiamax Publicado em 28/01/2017, às 19h16

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Vítima estava a 30 km do local onde caiu

O Corpo de Bombeiros localizou o corpo de Ricardo Gauto, de 54 anos, que estava desaparecido nas águas do Rio Brilhante desde a ultima quinta-feira (26). O corpo estava ‘’boiando’’, a cerca de 30 km da ponte, local onde testemunhas viram a vítimas cair.

Segundo o Rio Brilhante Em Tempo Real, o caso é tratado como morte a esclarecer e a Polícia Civil deve investigar as causas. O corpo foi encaminhado ao IML (Instituto Médico Legal) de Dourados e em seguida será transportado para Campo Grande.

A equipe do Corpo de Bombeiros iniciou as buscas na última quinta-feira. Ricardo havia sido visto por pescadores caindo da ponte do rio na BR-163 entre Rio Brilhante e Dourados.

As buscas duraram cerca de uma hora e percorreu aproximadamente 1,5 km, segundo os bombeiros eles realizaram um procedimento chamado ‘’bater galhada’’ nas margens do rio. Nada foi encontrado.

Em cima da ponte os policiais encontraram uma carteira de trabalho em nome de Ricardo Gauto 54 anos, que segundo a polícia é morador em Campo Grande. Em contato com a família desse homem os polícias foram informados que ele saiu de manhã de casa em Campo Grande e não mais retornou. 

As buscas foram retomadas na manhã de sexta-feira (27).

Segundo investigação da polícia civil, há cinco meses Ricardo Gauto foi levado para a delegacia de Rio Brilhante por um fazendeiro, que mora próximo ao Rio Brilhante.

Na época, Ricardo informou que havia sido sequestrado por dois homens no distrito de Prudêncio Thomaz, após a negociação de um carro. Ele relatou que teria sido jogado da mesma ponte, pelos bandidos, porém, conseguiu sair e buscar ajuda na fazenda.

Os irmãos de Ricardo estiveram na delegacia na época e disseram que ele tomava remédios controlados e que possivelmente a historia contada por ele sobre o sequestro era invenção.

A família o levou de volta para casa e o caso não chegou a ser registrado.

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