Polícia

Tecidos queimados amanhecem na frente de loja destruída por incêndio

Funcionários não entraram no estabelecimento

Renata Portela Publicado em 15/03/2016, às 11h57

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Funcionários não entraram no estabelecimento

A loja de tecidos localizada na Rua Rui Barbosa, entre a 15 de Novembro e a Avenida Afonso Pena, amanheceu nesta terça-feira (15) com pedaços dos tecidos queimados na calçada. Os funcionários, que não podiam falar com a imprensa, estavam na frente do estabelecimento e não entraram para trabalhar.

Todo o material queimado foi retirado de dentro da loja, mas o prejuízo não foi informado. O estabelecimento comercial não deve funcionar na manhã desta terça-feira até ser feita a limpeza do local.

Incêndio

O Corpo de Bombeiros foi acionado para um incêndio no segundo andar da loja na noite de segunda-feira (14). O fogo teria sido causado por uma televisão e que ficou confinado no andar. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o fogo começou por causa de um possível curto-circuito no segundo andar, onde mora uma pessoa.

Ninguém ficou ferido e não havia pessoas no local durante o incêndio, mas as chamas destruíram os móveis e eletrodomésticos que estavam no sobrado. Quatro viaturas dos bombeiros combateram as chamas e a Polícia Militar orientou o trânsito já que a Rui Barbosa foi interditada e motoristas tiveram que desviar a rota pela Rua Sete de Setembro.

Um dos vendedores disse a equipe do Midiamax, que o expediente foi normal até às 18 horas. “As luzes foram apagadas”, disse ao descartar a possibilidade de um curto-circuito na rede de energia. Otávio Duarte de 32 anos, proprietário de uma loja ao lado, disse que foi ao local após saber da ocorrência. Os bombeiros tiveram cuidado redobrado durante o combate fogo, já que no prédio atrás da loja, havia vários botijões de gás de um restaurante.

Carlos Augusto de 32 anos, atendente de uma farmácia contou que ouviu uma forte explosão. “Escutamos um barulho muito forte de explosão, parecia um curto-circuito”, lembra. Até o momento, não há informação se o caso pode ser investigado como incêndio criminoso.

Jornal Midiamax