Polícia

Pivô de homicídio na Vila Popular, ‘Boneco’ é assassinado ao sair de presídio

Thamara matou Vitória supostamente por causa de 'Boneco'

Renata Portela Publicado em 15/09/2016, às 10h38

None
semiaberto_4.jpeg

Thamara matou Vitória supostamente por causa de 'Boneco'

No início da manhã desta manhã (15), por volta das 6 horas, Weverton Silva Ayva, de 26 anos, o 'Boneco', foi assassinado quando saía do Presídio Semiaberto em Campo Grande. Ele é considerado o 'pivô' do assassinato de Vitória Correia Mendonça, de 18 anos. A jovem foi morta na porta de casa por Thamara Arguelho, de 21 anos, que seria atual namorada de Weverton.

De acordo com informações da Polícia Militar, equipe do 1º Batalhão faz ronda em torno do presídio diariamente, no horário de saída dos presos, por volta das 6 horas. Nesta manhã, assim que a viatura da PM saiu do local, ocorreu o atentado.

Conforme primeiras informações, Weverton já estava a aproximadamente 100 metros do presídio e buscava a motocicleta para ir embora, quando um carro branco passou por ele e os ocupantes atiraram várias vezes. Cinco tiros atingiram o rapaz, que foi socorrido pelos próprios detentos e levado para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Vila Almeida.

Os suspeitos fugiram e Weverton morreu ainda no posto de saúde, quando aguardava para ser transferido para a Santa Casa. O caso foi registrado e deve ser encaminhado para a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Centro, para depois ser investigado pela 7ª Delegacia de Polícia Civil.

Homicídio

O crime aconteceu na madrugada do dia 19 de julho na Rua Luiz Bento, Vila Popular, região oeste de Campo Grande. A vítima foi até o portão da residência após a suspeita tê-la chamado pelo nome quando foi recebida a tiros.

Vitória e Weverton terminaram relacionamento há aproximadamente seis meses, quando a suspeita começou a namorá-lo. Conforme os vizinhos, que também fizeram a mesma declaração à polícia, as duas 'trocavam farpas' pelo Facebook.

No dia 29 de julho o inquérito sobre a morte de Victória Correia Mendonça foi concluído, segundo a delegada Rozeli Dolor, da 7ª Delegacia de Polícia Civil. Porém até o momento a arma usada no crime não foi localizada. A polícia continuará fazendo buscas, segundo a delegada que não quis revelara detalhes sobre as suspeitas de localização da arma.

Jornal Midiamax