Polícia

Dupla furta moto e celular de homem morto em rua da Capital e acaba presa

Suspeita seria dona de uma boca de fumo

Renata Portela Publicado em 06/05/2016, às 14h23

None
foto2.jpeg

Suspeita seria dona de uma boca de fumo

Na madrugada desta sexta-feira (6), Gláucia Maria Padim Piacentini Alves, de 29 anos, e Alex da Silva, também de 29 anos, foram detidos em flagrante na Rua Belo Horizonte, no Santo Antônio. Eles teriam 'furtado' motocicleta e celular de um homem, ainda não identificado, que havia acabado de ser assassinado a tiros na rua.

Equipe da Força Tática do 1º Batalhão da Polícia Militar foi acionada às 2h30 para atender ocorrência de disparos de arma de fogo. Quando os militares chegaram ao local, na Rua Belo Horizonte, encontraram o homem caído na rua, já sem vida. A vítima ainda não foi identificada, tinha uma tatuagem com a palavra 'Paraíba' e teria entre 30 e 40 anos.

Testemunhas relataram aos policiais que o homem estava em uma motocicleta Honda Titan vermelha, placa HSD-5229 e viram uma camionete branca e uma moto saírem do local após o crime. Os policiais encontraram na rua 7 cápsulas calibre 9mm, mas não souberam dizer ao certo quantos disparos atingiram a vítima.

Os militares não encontraram a moto do homem, então vizinhos contaram que uma mulher de camisola e um rapaz estiveram no local do crime e teriam levado o veículo e também o celular da vítima. Os policiais foram até a casa dos suspeitos e encontraram Alex e Gláucia, que disseram terem ouvido os tiros, ido ao local e 'aproveitado' para pegarem os pertences.

Segundo a PM, na casa de Gláucia funcionaria uma boca de fumo. Ela chegou a afirmar aos policiais que comercializa drogas e que Alex é usuário. Na residência foram encontradas porções de cocaína, totalizando 22 gramas, que foram apreendidas, além de vários celulares que teriam sido trocados por droga por usuários. Também foram encontrados o celular e moto da vítima de homicídio.

Alex e Gláucia foram levados para a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Centro e afirmam que não tiveram qualquer envolvimento com o homicídio. O caso é tratado como morte a esclarecer e tráfico de drogas e outros crimes podem ser incluídos no boletim de ocorrência.

Jornal Midiamax