Sinpol-MS arrecada mais de R$ 6 mil, paga recompensa e ajuda viúva de policial morto

O dinheiro será divido em duas partes, R$ 3 mil para o informante e R$3.800,00 para a viúva 
| 17/07/2015
- 23:46
Sinpol-MS arrecada mais de R$ 6 mil, paga recompensa e ajuda viúva de policial morto

O dinheiro será divido em duas partes, R$ 3 mil para o informante e R$3.800,00 para a viúva 

Os policiais civis de Mato Grosso do Sul farão a doação de R$ 6.800,00 à viúva do investigador José Nivaldo de Almeida e a pessoa que informou a localização do foragido José Osmar Freitas conhecido como Veinho, apontado como autor do assassinato policial civil dia 28 de junho em Tacuru, cidade a 416 quilômetros de Campo Grande.

O valor foi arrecadado em 15 dias através de uma conta corrente criada pelo Sinpol-MS (Sindicato dos Policias Civis de Mato Grosso do Sul). Policiais Militares, Civis e a população contribuíram para a arrecadação do montante.

O dinheiro será divido em duas partes, R$ 3 mil para o informante e R$3.800,00 para a viúva e filhos da vítima. Dias após o fato, o Sinpol-MS já tinha feito o adiantamento de R$ 1.500,00 a viúva do policial para cobrir necessidades emergenciais.

De acordo com o diretor jurídico do Sinpol-MS, Giancarlo Mirada, a ideia e iniciativa da arrecadação partiu da própria categoria que, sensibilizada pela perda trágica do companheiro de trabalho e pela dificuldade financeira pela qual a viúva e seus filhos se encontravam, viram nesse ato uma forma de amenizar a situação.

 “O Sinpol foi um instrumento para a realização dessa mobilização. Agradecemos e parabenizamos a classe que ajudou nesse caso tanto por meio das doações, como também indo a Tacuru participar das buscas. Somente com esse espírito de união e fraternidade teremos um Policia Civil mais unida”, declarou Miranda.

O foragido foi identificado e denunciado por um morador da cidade que o viu andando na região. Ele foi preso no dia 14 de julho, escondido na mata de uma fazenda. Ao ser abordado pelos policiais, ‘Veinho’ se apresentou com nome falso, mas acabou confessando o crime.

O investigador José Nivaldo de Almeida atuava na Polícia Civil a cerca de dez anos. Ele foi quinto policial civil morto em conflito nos últimos 19 meses em Mato Grosso do Sul. Ele deixa viúva e cinco filhos.

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