Polícia

PF e Receita vão a suposto QG de empreiteiras em Campo Grande

Investigações apuram esquema de desvio de verbas

Midiamax Publicado em 09/07/2015, às 12h38

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Investigações apuram esquema de desvio de verbas

Equipes da Polícia Federal e Receita Federal fazem diligências, na manhã desta quinta-feira (9), em escritórios da Galeria Quinta Avenida, no Centro de Campo Grande, como parte das ações da Operação Lama Asfáltica, que investiga contratos de empreiteiras com o Poder Público. O local já foi apontado como sede de suposto esquema de desvio de verbas envolvendo construtoras e gestores públicos.

No prédio, o pessoal da PF e da Receita não dá detalhes de qual escritório do prédio é alvo da operação. Pelas primeiras informações oficiais, as investigações da Operação Lama Asfáltica começaram em 2013 e apontam a existência de um grupo de empresas que superfaturam obras públicas, mediante a prática de corrupção de servidores e fraudes a licitações.

Em 2010, escutas da PF feitas durante a Operação Uragano sugeriam que no Quinta Avenida funcionaria o QG de suposto esquema semelhante. À época, os federais colhiam informações que ligavam o então governador, André Puccinelli (PMDB), ao atual secretário-executivo do Ministério dos Transportes, Edson Giroto (PR), ao empresário João Amorim, dono da Proteco, que mantém vários contratos de obras com o poder público e é um dos alvos da Lama Asfáltica.

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