Polícia

Perícia confirma que servente de pedreiro executado foi atingido por sete tiros

No local foram recolhidas cápsulas de calibre 38

Midiamax Publicado em 20/05/2015, às 12h44

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No local foram recolhidas cápsulas de calibre 38

Peritos criminais estiveram no local do homicídio doloso, com intenção de morte, na manhã desta quarta-feira (20), ocorrido na Rua Coatá, no Jardim Montevidéu, região norte de Campo Grande. Por lá, eles encontraram e apreenderam três cápsulas de calibre 38 e perceberam ao menos sete ferimentos em Itamar Coenga, de 41 anos.

Dos setes ferimentos, quatro foram na cabeça e os demais nos ombros e abdome. “Tudo leva a crer que o crime seja uma execução e tenha ocorrido por motivo de raiva”, explica o delegado plantonista da Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do centro, Bruno Urban, para a equipe do Jornal Midiamax.

A polícia também acredita nas hipóteses de que o homicídio tenha sido premeditado. “Ele mora na região e próximo da sogra, então acreditamos que quem tenha cometido o assassinato já tinha estudado tudo isso”, afirma o delegado.

O corpo de Itamar foi levado ao Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal) e o caso será encaminhado para a delegacia da região para investigação.

Investigação

A vítima se envolveu em um crime de assassinato em 2004 e já havia cumprido a sentença. Por conta, a polícia investiga se este delito tem relação com a execução, assim como o desentendimento que houve no fim de semana no ‘Bar do Popeye’, localizado no Bairro Nova Lima, área norte.

Dois homens, sendo um deles armado com um revólver, chegou a ameaçar de morte Itamar. O motivo seria uma rixa com um terceiro, irmão do suspeito armado, que teria sido ferido com um tiro pelo servente de pedreiro.

Jornal Midiamax