Polícia

Lutador envolvido em morte de engenheiro deve passar por exame psiquiátrico

Família do suspeito deve acompanhá-lo

Midiamax Publicado em 28/04/2015, às 16h23

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Família do suspeito deve acompanhá-lo

O lutador de jiu-jítsu Rafael Martinelli Queiroz, de 27 anos, preso em flagrante na noite do dia 18 por conta da morte engenheiro eletricista Paulo Cezar de Oliveira, de 49 anos, deve passar por um exame psiquiátrico nesta quarta-feira (29). Os dois eram hospedes de um hotel localizado na Avenida Afonso Pena, quando o suspeito começou a brigar com a namorada de 24 e teve um ‘surto’.

Darguim Julião Villalva Júnior, advogado do lutador, havia informado a equipe do Jornal Midiamax que Rafael não tem histórico de qualquer doença que poderia causar este tipo de transtorno, entretanto, o surto poderia ter ocorrido por conta de uma combinação de medicamentos que ele estava tomando. O suspeito havia vindo para Campo Grande por conta de um campeonato de artes marciais.

Após dez dias da prisão, nesta terça-feira (28), a família do lutador chegou à capital sul-mato-grossense para acompanhar a situação de Rafael. Eles devem acompanhar os exames feitos no dia de amanhã e também receberam assistência médica.

Além disso, na sexta-feira (24), o lutador passou por um exame laboratorial, onde foi colhido o sangue, a fim de saber o que teria alterado o comportamento dele. A equipe do Jornal Midiamax entrou em contato com a defesa de Rafael para saber sobre a medicação que ele deveria tomar, mas que foi suspensa com a prisão.

No entanto, o advogado informou que, ‘não tem informação se ele voltou a tomar ou não’. O defensor havia um novo ‘surto’ pela falta dos remédios, uma vez que eles foram prescritos por conta de problemas médicos.

Rafael segue detido por força de um mandado de prisão preventivo que foi expedido no dia 19 pelo juiz de plantão Alexandre Tsuyoshi Ito, um dia após o crime de homicídio doloso, com intenção de morte, qualificado por qualificado pela impossibilidade de defesa da vítima e motivo fútil, além de lesão corporal dolosa, aquela que há intenção, qualificada por violência doméstica, e também resistência.

Jornal Midiamax