Polícia

Homem executado em lava-jato pode ter morrido por engano, no lugar do irmão

O irmão da vítima teria confessado que seria o verdadeiro alvo do atentado

Midiamax Publicado em 03/01/2015, às 19h45

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O irmão da vítima teria confessado que seria o verdadeiro alvo do atentado

A polícia acredita que Clécio de Souza, de 33 anos, assassinado na tarde deste sábado (3) em um lava-jato no Jardim Talismã, morreu no lugar do irmão, Marcílio de Souza Junior, de 35 anos. “Juninho”, como é conhecido, foi vítima de um atentado, na loja de tintas que trabalhava, no mês de julho de 2014.

De acordo com a PM (Polícia Militar), assim que soube da morte do irmão, Marcílio esteve no local e afirmou para o Corpo de Bombeiros que o alvo da execução seria ele. Conforme informações, no momento do crime, a vítima teria ido buscar o carro que o irmão levou para o lava-jato.

Atentado

No dia 9 de julho, “Juninho” foi alvejado com pelo menos cinco tiros, mas foi atingido por dois disparos no abdome e um na mão. O suspeito foi preso e identificado apenas como o encanador J.S.V., de 38 anos.

Na época, a polícia teve a informação de que o encanador estaria ameaçando a vítima por conta de uma dívida de R$ 5 mil. Marcílio teria tomado o dinheiro emprestado para adquirir uma casa, onde estava morando com a mulher e o filho recém-nascido.

Morte

Clécio aguardava o veículo, um Ford Ka, prata, placa DFH-3750, de Campo Grande, no lava-jato quando dois homens em uma motocicleta chegaram ao local. Um deles desceu e efetuou os disparos que atingiram a cabeça e o tórax da vítima. 

Segundo testemunha, os autores estavam em uma motocicleta Honda CD 300R amarela, e a polícia faz rondas pelo bairro para localizar o veículo. 

Jornal Midiamax