Após laudo sobre abuso de criança de 4 anos, polícia tenta achar colega de escola

Caso ocorreu em Três Lagoas
| 24/07/2015
- 23:56
Após laudo sobre abuso de criança de 4 anos, polícia tenta achar colega de escola

Caso ocorreu em Três Lagoas

O resultado do laudo pericial de um menino de 4 anos, que teria sido abuso no início deste mês deu negativo, conforme informações do delegado Juvenal Laurentino Martins da 1ª DP (Delegacia da Polícia Civil) de Três Lagoas, localizada a 338 quilômetros a leste de Campo Grande.

“No exame pericial que recebi nesta tarde consta que não há elementos para uma conjunção carnal, com isso, vou ouvir a mãe do menino novamente e tentar localizar o outro aluno, que tem entre 8 a 10 anos e é da mesma escola que a criança, que teria o levado até o suposto abusador”, explicou o delegado para a reportagem do Jornal Midiamax.

O delegado frisou que vai contar com a ajuda do Conselho Tutelar. “Como houve uma denúncia de abuso, o Conselho precisa estar junto para acompanhar a ação e tentarmos descobrir que é este homem, afinal, a criança ficou certo período em algum lugar”.

Caso

No dia 2, a mãe da criança de 4 anos, que costuma buscar o filho no ponto de ônibus, depois da saída da escola, não encontrou o menino. Ela procurou a direção do colégio e foi informada de que o garoto havia ido para o ponto de ônibus.

Algum tempo depois, a mãe recebeu telefonema da diretora de outra escola, informando que o filho dela estava lá. Um homem alegou ter encontrado a criança perdida e a levou até o colégio. No encontro com a mãe, a criança reclamou de dores nas partes íntimas, então ela constatou que o filho estava lesionado e questionou sobre o ocorrido.

De acordo com a criança, outro garoto, de aproximadamente 10 anos, aluno da mesma escola que ele estuda, o levou para a casa de um homem. O menino disse que este homem usou um videogame portátil para atraí-lo e, momentos depois, teria pedido para tocar nos seus órgãos genitais.

O garoto contou que foi agredido com um soco na cabeça. Ao verificar a mochila da vítima, a mãe encontrou o videogame e procurou a Polícia Civil. O caso foi registrado como de vulnerável.

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