Polícia

Vingança: policial foi executado no Paraguai por pintor brasileiro que o colocou na cadeia

Um pintor brasileiro de 26 anos foi identificado pela Polícia Civil como suspeito de matar o perito papiloscopista Marcílio de Souza, 51 anos, na tarde da quarta-feira (12), na cidade paraguaia de Ype-Hu, fronteira com Paranhos a 477 quilômetros de Campo Grande. De acordo com nota divulgada pela Polícia Civil, o crime teria sido cometido por […]

Arquivo Publicado em 13/02/2014, às 18h59

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Um pintor brasileiro de 26 anos foi identificado pela Polícia Civil como suspeito de matar o perito papiloscopista Marcílio de Souza, 51 anos, na tarde da quarta-feira (12), na cidade paraguaia de Ype-Hu, fronteira com Paranhos a 477 quilômetros de Campo Grande. De acordo com nota divulgada pela Polícia Civil, o crime teria sido cometido por Gustavo Barros Benites. Ele tem várias passagens pela polícia, teve a prisão preventiva decretada pela Justiça em 19 de dezembro do ano passado, depois de investigações realizadas pelo policial que foi morto. 

Ainda segundo a nota, testemunhas relataram ao delegado Rinaldo Moreira, um dos responsáveis pelo caso, que viram o acusado seguindo o policial até Ype-Hu e outras, que testemunharam o crime, fizeram reconhecimento fotográfico e dizem sem sombra de dúvidas, que o crime foi cometido por Gustavo.

A polícia chegou até Benites por meio de investigações em conjunto entre as polícias de Paranhos e Sete Quedas, depoimento de testemunhas e informações da polícia paraguaia, que afirmam que a motocicleta,vermelha, sem placa, deixada pelo atirador no local do crime pertence ao acusado.

Foragido – Embora identificado, Benites está foragido no Paraguai e as polícias brasileira e paraguaia estão trabalhando em conjunto, para localizar e prender o acusado. Para informações sobre o paradeiro de Gustavo Benites, podem entrar em contato com a Polícia Civil por meio dos números (67) 3480-1300, (67) 3479-1480 ou ainda com a Polícia Militar pelo número 190, inclusive as denúncias podem ser feitas de forma anônima.

Crime – O perito papiloscopista estava há 11 anos na Polícia Civil, nos últimos 10 anos trabalhando em Paranhos. Na tarde da quarta-feira, ele foi até a Comissaria Paraguaia, em Ype-Hu informar o furto de um trator ocorrido no município de Sete Quedas e na volta, parou em uma lanchonete a 100 metros da linha de fronteira, onde pediu uma garrafa de água e sentou em uma cadeira, na varanda do para aguardar.

Uma pessoa conduzindo uma motocicleta, cor vermelha, sem placas, estacionou o veículo e efetuou um disparo contra a cabeça do policial, com arma longa, tipo calibre 12. Marcílio  morreu na hora.

Jornal Midiamax