Ao completar seis dias do desaparecimento da professora e cabeleireira Maria Lúcia Freitas Lima, 53 anos, a polícia vai intensificar as investigações e passará a ouvir parentes e amigos próximos.

O objetivo é traçar uma linha mais concreta de investigações, pois até o momento, as informações que estão chegando são tomadas através de depoimentos informais. “Vamos passar a fazer o relatório desses depoimentos e com os dados que obtivermos dar um foco às investigações”, afirmou um investigador que está trabalhando neste caso.

Maria Lúcia teve o último contato com a família na manhã de sábado (25), quando saiu de casa, na Rua Alexandrino Alencar. Segundo informações dos filhos, ela toma remédio controlado e a preocupação maior é com o seu estado de saúde.

Um deles, Ed Carlos Freitas Lima, que foi o responsável pelo registro da ocorrência, adiantou que não havia motivos para que ela abandonar o lar e que também ela não tinha o hábito de se ausentar por tão longo tempo sem se comunicar.

Os telefones da 5ª Delegacia- 3323-6710 ou 9989-0778 foram disponibilizados paras qualquer informação, mas até o momento foram recebidos muitos trotes, que acabam prejudicando as investigações.