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Polícia apreende mais de 2,5 toneladas de carnes no norte do Estado

Mais de 2,5 toneladas de carnes e derivados do leite foram apreendidos durante uma operação realizada na semana passada, entre os dias 10 e 14 de março na região norte do Estado, pela DECON (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra as Relações de consumo), IAGRO (Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal) e […]

Arquivo Publicado em 18/03/2014, às 00h19

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Mais de 2,5 toneladas de carnes e derivados do leite foram apreendidos durante uma operação realizada na semana passada, entre os dias 10 e 14 de março na região norte do Estado, pela DECON (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra as Relações de consumo), IAGRO (Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal) e Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento).

O alvo das fiscalizações foram supermercados e entrepostos localizados nos municípios de Coxim, Pedro Gomes e Alcinópolis, onde foram realizadas barreiras volantes e fiscalizações a comércios e propriedades rurais, onde foram localizados abatedouros clandestinos de animais.

A maior parte das apreensões aconteceu nos supermercados e açougues das cidades fiscalizadas. De acordo com a DECON, as condições higiênico-sanitárias dos locais de abate irregular de animais e também de alguns dos estabelecimentos fiscalizados eram precárias ou até mesmo inexistentes, contrariando todas as legislações vigentes.

Durante a operação, consumidores e proprietários de estabelecimentos receberam orientações, quanto ao transporte, manipulação e armazenamento de gêneros alimentícios, dentro das normas sanitárias.

A DECON alerta que o consumo de produtos oriundos de abates clandestinos pode causar diversas doenças, como a cisticercose e a brucelose, por exemplo, além de transtornos gástricos.

Os responsáveis pelos abatedouros clandestinos vão responder a procedimento administrativo junto a IAGRO, bem como procedimentos policiais, junto as delegacias dos municípios fiscalizados, podendo inclusive ser indiciados por crime contra as relações de consumo, com penas que variam de 2 a 5 anos de prisão.

Jornal Midiamax