Polícia

‘Lambari’, acusado de participar da morte de policial em Campo Grande é preso no interior

Uma ação conjunta entre as policiais civis de Amambai e Campo Grande com o apoio de integrantes do DEFRON de Dourados, prendeu na manhã dessa terça-feira, dia 18, um dos acusados no envolvimento da morte do policial civil Weslen de Souza Martins, ocorrido na noite da última quarta-feira, dia 12, em Campo Grande. Após dias […]

Arquivo Publicado em 18/03/2014, às 21h51

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Uma ação conjunta entre as policiais civis de Amambai e Campo Grande com o apoio de integrantes do DEFRON de Dourados, prendeu na manhã dessa terça-feira, dia 18, um dos acusados no envolvimento da morte do policial civil Weslen de Souza Martins, ocorrido na noite da última quarta-feira, dia 12, em Campo Grande.

Após dias de investigações, os policiais civis de Amambai chegaram até Rodsney Mendes Carvalho, também conhecido como “Lambari”, por volta das 11h30 dessa terça-feira, dia 18. A prisão ocorreu na casa de familiares do acusado, segundo Rodsney, o mesmo estaria se dirigindo até a delegacia de Amambai para se entregar.

A acusação sobre Rodsney consiste na participação durante um assalto realizado na última quarta-feira, dia 12, em Campo Grande, onde um dos assaltantes teria trocado tiros com o policial civil Weslen de Souza, que foi alvejado por 3 disparos e faleceu no local. Segundo relatos dos investigadores da capital, Rodsney teria acobertado o assassino do policial o ajudado a fugir do local e tentar se esconder.

Sob acusação de ter prestado ajuda aos envolvidos no assalto, “Lambari” teria vindo se refugiar em Amambai na casa de familiares, onde aguardaria o momento para se entregar para a polícia. Após negar envolvimento no crime, o acusado foi encaminhado para a Delegacia Especializada em Furtos e Roubos de Veículos (Defurv) de Campo Grande até o final da tarde.

Sobre o caso

Weslen de Souza Martins, de 35 anos, mais conhecido como “Souza”, no meio policial, se formou na 8ª turma do Curso de operações Aéreas do Grupo de Operações Táticas, em São Luiz, capital do Maranhão, em maio de 2012. Na ocasião, segundo nota da assessoria de imprensa da Polícia Civil na época, o investigador se destacou em 1º lugar no grupo.

O policial civil estava em uma farmácia de Campo Grande quando um homem mascarado anunciou o assalto. Ele reagiu à ação do bandido e os dois trocaram tiros. Souza foi atingido por três balas e morreu no local.

Após balear o investigador, o assaltante fugiu pela Rua Argemiro Fialho, em direção à avenida Bandeirantes. Na esquina com a Rua Alexandre Fleming, no bairro Taquarussu, ele roubou um veículo Gol preto e continuou a fuga.

O carro roubado foi encontrado na Rua Garimpo, no bairro Coopharádio, aproximadamente uma hora e meia depois do crime. Policiais militares, incluindo equipe do Bope e civis iniciaram uma ação para capturar o suspeito de cometer o assalto e matar o investigador. Weslen era irmão de um sargento do Bope (Batalhão de Operações Especiais) e deixou dois filhos pequenos.

Ainda na mesma noite do assalto, diligências foram realizadas em Campo Grande a fim de encontrarem os envolvidos, momentos após a morte do policial, dois dos envolvidos foram alvejados a tiros por policias civis de Campo Grande, um dos envolvidos morreu no local o outro foi socorrido em estado grave para a Santa Casa da capital. Um dos acusados que foi baleado, Paulo Vieira Torrette Junior, de 22 anos, teria sido quem disparou e matou o policial civil.

Jornal Midiamax