Polícia

Homem é preso em Três Lagoas depois de extorquir R$ 7 mil de empresário

O servente de pedreiro Ademar da Silva Oliveira, de 29 anos, foi preso em flagrante pelo Setor de Investigações Gerais (SIG) da Polícia Civil de Três Lagoas, na manhã de ontem (5), depois de extorquir R$ 7 mil de um empresário de 64 anos. O suspeito se passou por membro de uma facção criminosa que […]

Arquivo Publicado em 06/03/2014, às 12h28

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O servente de pedreiro Ademar da Silva Oliveira, de 29 anos, foi preso em flagrante pelo Setor de Investigações Gerais (SIG) da Polícia Civil de Três Lagoas, na manhã de ontem (5), depois de extorquir R$ 7 mil de um empresário de 64 anos. O suspeito se passou por membro de uma facção criminosa que age dentro dos presídios e fez ameaças de morte contra a vítima na tentativa de conseguir valores.

De acordo com o delegado responsável pelo caso, Paulo Henrique Rosseto, a vítima é proprietária de uma pousada no município e recebeu um bilhete com ameaças de morte. “O acusado dizia pertencer a uma facção criminosa e que caso não tivesse a quantia de R$ 7 mil depositada na conta, mataria o empresário e o filho”, revela.

Assustado, o empresário pediu ao filho de 28 anos que fosse ao banco e efetuasse o depósito na conta informada no bilhete, para surpresa de ambos, o nome que apareceu no comprovante bancário é de um cliente, que estava hospedado na pousada da família. Para ter certeza que era a mesma pessoa, o filho do empresário buscou na rede social Facebook o nome completo de Ademar. “Pela foto que apareceu,eles não tiveram mais dúvidas e procuraram a Polícia Civil”, disse Rosseto.

Policiais do SIG foram até a pousada e conversaram com o suspeito que acabou confessando o crime. Ademar confessou não fazer parte da facção e não deu nenhuma explicação convincente sobre a motivação para o crime. “Ele apenas dizia que queria voltar para casa”, afirma o delegado responsável pelo caso.

Ademar foi preso em flagrante por extorsão. Caso seja condenado pela Justiça ele pode pegar pena que varia de 4 a 10 anos de prisão. Como o crime é inafiançável, o suspeito foi encaminhado para o Ptran (Presídio de Trânsito).

Jornal Midiamax