Polícia

Policia ainda não identificou rapaz que atropelou e matou criança de 3 anos

Até o momento o rapaz que atropelou e matou João Carlos de Souza, de 3 anos, ainda não foi identificado pela policia. O caso agora está sendo investigado pela 2º Delegacia de Polícia de Campo Grande, no bairro Monte Castelo. O delegado titular, Weber Luciano de Medeiros, pede auxilio da população para a identificação do […]

Arquivo Publicado em 05/11/2013, às 13h10

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Até o momento o rapaz que atropelou e matou João Carlos de Souza, de 3 anos, ainda não foi identificado pela policia. O caso agora está sendo investigado pela 2º Delegacia de Polícia de Campo Grande, no bairro Monte Castelo. O delegado titular, Weber Luciano de Medeiros, pede auxilio da população para a identificação do homem.


De acordo com Weber seis pessoas já foram ouvidas e as circunstancias em que aconteceu o atropelamento já foram bem delineadas. No entanto, ele pede ajuda da população para a identificação do homem. “Pedimos até que ele se entregasse, porque muitos familiares estão indignados com a situação e se chegarem primeiro ao autor pode acontecer uma tragédia com ele mesmo”, aconselha.


Quem tiver qualquer informação sobre o paradeiro do suspeito ou da motocicleta pode ligar no telefone 3356 5351, que é o contato da 2ºDP. Qualquer pessoa que mandar informações terá o sigilo garantido.


Weber também garante que a polícia esta dando prioridade máxima a esse caso, que os policiais já estão na rua realizando buscas e esperam encontrar o suspeito. “Trabalhamos ontem até às 23h e vamos continuar nesse ritmo. Esse é um caso que causou muito clamor na cidade”, fala.


O caso


João Carlos foi atropelado enquanto estava brincando perto do meio fio, ao lado do pai, quando uma Honda CG Titan verde, que trafegava em alta velocidade, empinou e o atropelou. A motocicleta estava sem placa e o motociclista não parou para prestar socorro.


O acidente aconteceu por volta das 16h de domingo (03), na rua Mãe Menininha, no conjunto Tarsila do Amaral, em Campo Grande.


O pai do menino, Edinei ferreira de Souza, 34 anos, considera esse um ato covardia e que o atropelador se portou como um criminoso. “Ele não merece viver. É uma pessoa sem consciência, que se não for preso pode repetir isso outras vezes e entristecer outras famílias”, afirma.


Jornal Midiamax