Polícia

OAB diz que policia manteve acordo de ficar na defensiva

A Polícia Militar (PM) manteve a linha de bloqueio, sem avançar sobre os manifestantes, no protesto perto do Estádio Jornalista Mario Filho, o Maracanã. A avaliação é do vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Rio de Janeiro (OAB-RJ), Aderson Bussinger. Ele considerou “razoável” o quadro geral da ação […]

Arquivo Publicado em 30/06/2013, às 22h55

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A Polícia Militar (PM) manteve a linha de bloqueio, sem avançar sobre os manifestantes, no protesto perto do Estádio Jornalista Mario Filho, o Maracanã. A avaliação é do vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Rio de Janeiro (OAB-RJ), Aderson Bussinger. Ele considerou “razoável” o quadro geral da ação de hoje das forcas de segurança no entorno do estádio.

“Nós tivemos uma reunião hoje pela manhã com a PM e eles se comprometeram a manter a linha de defesa e não avançar. Pelo geral que nós acompanhamos aqui isso foi mantido, diferente das outras vezes, que fizeram investidas. O quadro geral não é de muita violência por parte da polícia, estamos com um quadro razoável. Agora tem que olhar melhor, ouvir melhor”, disse.

Segundo Bussinger, as denúncias de que o veículo blindado da Polícia Militar e a tropa de choque avançaram sobre os manifestantes que ficaram encurralados na Praça Vanhargen, na Tijuca, serão apuradas. Pelos relatos, um grupo de manifestantes lançou um coquetel molotov, rojões, gás e pedras sobre os policiais, que reagiram com bombas de gás lacrimogêneo.

Após o conflito, o blindado recuou e um grupo de manifestante voltou ao cruzamento da Avenida Maracanã com a Rua São Francisco Xavier, gritando palavras de ordem. O bloqueio das forças de segurança foi mantido e não houve novo confronto. No momento, a manifestação se dispersou. A região não sofreu depredação.

Jornal Midiamax