Polícia

Mulher do PM morto diz à polícia que ‘ele não falava em problemas extrafamiliares’

A Polícia Civil pretende estender o prazo inicial de 30 dias para concluir o inquérito que investiga a execução do subtenente Carlos José Silveira, da Polícia Militar. Até o momento, de acordo com o delegado João Paulo Natali Sartori, quatro pessoas foram ouvidas, entre elas a mulher de Carlos, porém nenhum depoimento foi relevante para […]

Arquivo Publicado em 23/01/2013, às 11h43

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A Polícia Civil pretende estender o prazo inicial de 30 dias para concluir o inquérito que investiga a execução do subtenente Carlos José Silveira, da Polícia Militar. Até o momento, de acordo com o delegado João Paulo Natali Sartori, quatro pessoas foram ouvidas, entre elas a mulher de Carlos, porém nenhum depoimento foi relevante para as investigações.


“Ela garantiu que a vítima não levava para casa problemas pessoais, não falava de nada o que acontecia em seu ambiente de trabalho. Além dela, já formalizamos o depoimento de outras pessoas que presenciaram o crime, mas não conseguimos nada que possa identificar os autores”, comenta o delegado.


Com relação a possíveis ameaças que a vítima vinha sofrendo, o delegado fala que o fato não foi confirmado. “A hipótese que confirmamos é que o subtenente veio para Campo Grande por conta de sua prisão, feita pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), após a suspeita de sua participação com o contrabando de cigarro”, explica o delegado.


Além das diligências e testemunhas que estão sendo formalizadas, o delegado comenta que as imagens de circuito interno, cedidas pelo posto de combustível, na BR 163, saída para São Paulo, local onde ocorreu o crime, já foram periciadas. O caso continua sendo investigado.

Jornal Midiamax