Polícia

Polícia investiga mortandade de peixes em córrego de Campo Grande

De acordo com o Major Ednilson Queiroz, da PMA (Polícia Militar Ambiental) ao que tudo indica, houve um lançamento pontual de algum poluente que acabou matando os peixes por asfixia

Arquivo Publicado em 30/11/2012, às 11h14

None
999728926.jpg

De acordo com o Major Ednilson Queiroz, da PMA (Polícia Militar Ambiental) ao que tudo indica, houve um lançamento pontual de algum poluente que acabou matando os peixes por asfixia

Peixes mortos começaram a boiar no Córrego Anhanduí, na região conhecida como Gameleira, em Campo Grande, entre a madrugada de domingo e a segunda-feira, 26 de novembro. Exemplares de curimbatá com aproximadamente três quilos foram encontrados mortos por testemunhas que acionaram as autoridades policiais.

A Polícia Militar ambiental esteve no local e verificou a situação da mortandade. De acordo com o assessor de comunicação, Major Ednilson Queiroz, ao que tudo indica, houve um lançamento pontual de algum poluente que acabou matando os peixes por asfixia.

No local onde foram encontrados os peixes mortos é de bastante corredeira, o que segundo a PMA indica que houve um lançamento pontual de poluente como, por exemplo, esgoto proveniente de fossa. Conforme o major Queiroz, se o derrame fosse contínuo, mais mortandade estaria acontecendo ao longo do córrego. Não é descartada a possibilidade do lançamento de agrotóxico diretamente no córrego ou carregado por enxurrada.

“Foi um lançamento isolado, mas vamos confeccionar um relatório e encaminhar para a polícia que investiga crimes ambientais (Decat) e ainda para o Imasul”, declarou o major.

De acordo com a PMA, é um crime de difícil investigação porque ainda não foi feita nenhuma denúncia que possa apontar o autor. Caso o causador seja identificado, pode ser multado ou ainda pegar de um a quatro anos de reclusão. Além disso, o Ministério Público Estadual pode impetrar uma ação civil pública pedindo reparação do dano causado. Denúncias podem ser feitas pelo telefone: 3357-1500.

Jornal Midiamax