Polícia

Conselho de segurança do centro apóia manifestação por aumento salarial dos policiais

O Conselho convocou o presidente da ACS (Associação de Cabos e Soldados dos Bombeiros e da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul), Edmar Soares da Silva, para ouvir a proposta de aumento e motivos da categoria. Durante a reunião, foi feito um documento que será encaminhado ao Governo do Estado apoiando a causa.

Arquivo Publicado em 26/04/2012, às 02h11

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O Conselho convocou o presidente da ACS (Associação de Cabos e Soldados dos Bombeiros e da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul), Edmar Soares da Silva, para ouvir a proposta de aumento e motivos da categoria. Durante a reunião, foi feito um documento que será encaminhado ao Governo do Estado apoiando a causa.

Durante a noite desta quarta-feira (25), o Conselho de Segurança do Centro de Campo Grande e a ACS (Associação de Cabos e Soldados dos Bombeiros e da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul) se reuniram na sede da Acicg (Associação Comercial e Industrial de Campo Grande) para que a associação desse apoio a manifestação por aumento dos Policiais Militares e Bombeiros.


“Vamos produzir um documento apontando todos os nossos anseios e, junto com a ACS, vamos encaminhar essas palavras ao Governo do Estado”, disse o presidente do Conselho Comunitário de Segurança do Centro, Adelaido Luis Vila. A ideia de convocar a reunião partiu da preocupação dos comerciantes com a mobilização policial.


“Temos que perceber que a reivindicação dos cabos e soldados é justa e acreditamos no bom senso da polícia militar e civil deste Estado”, explicou Adelaido.


O presidente da ACS aproveitou o momento para esclarecer dúvidas dos conselheiros sobre as negociações com o Governo do Estado. “Os PMs não querem a política salarial do Governo do Estado, que beneficia os maiores cargos em detrimento dos menores. Para eles ganharem bem, dez têm que ficar em desgraça, esta é a palavra. Por isso defendemos a verticalização”, declarou.


Segundo a entidade, a Lei de Responsabilidade Fiscal prevê um gasto máximo de 60% da folha do Estado com pagamento de servidores públicos. “Atualmente, o gasto é de 49%. Caso ficasse no limite da segurança, que é de 57%, poderiam reajustar o salário de todos os servidores públicos em 23%, é questão de boa vontade”, defendeu.


Os conselheiros confessaram a preocupação com o desenrolar da questão na reunião. “O objetivo da segurança pública é unir as pessoas de bem, procurando um comércio bom e pacífico”, disse Adelaido.

Jornal Midiamax