Polícia

Tragédia em Dourados poderia ter sido evitada, diz presidente do Sindicato dos Policiais Federais

O presidente do SINPEFMS (Sindicato dos Policiais Federais de Mato Grosso do Sul), Jorge Luiz Ribeiro Caldas Silva disse ao Midiamax que a tragédia envolvendo o policial federal Leonardo de Lima Pacheco na tarde do Dias das Mães em Dourados poderia ter sido evitada se os policiais militares “tivessem feito uma investigação preliminar nos moldes […]

Arquivo Publicado em 13/05/2011, às 15h35

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O presidente do SINPEFMS (Sindicato dos Policiais Federais de Mato Grosso do Sul), Jorge Luiz Ribeiro Caldas Silva disse ao Midiamax que a tragédia envolvendo o policial federal Leonardo de Lima Pacheco na tarde do Dias das Mães em Dourados poderia ter sido evitada se os policiais militares “tivessem feito uma investigação preliminar nos moldes das determinas do manual de prática de polícia”.


Na opinião do presidente do SINPEFMS a “suposta investigação” que resultou na morte do PM Sandro Morel e em ferimentos à bala em Leonardo e no também PM José Pereira de Souza foi a somatória de erros sucessivos, falta de diálogo entre as forças policiais e uma “investigação precipitada”.


Jorge Luiz disse que membros da diretoria-executiva do sindicato prestaram total assistência ao policial Leonardo Pacheco oferecendo assistência jurídica e apoio psicossocial durante o período de internação no Hospital Santa Rita.


Em nota oficial publicada no site www.sinpefms.org.br “o Sindicato dos Policiais Federais em Mato Grosso do Sul, vem manifestar sua solidariedade ao APF Leonardo, na apuração administrativa e judicial, dos fatos por parte das Autoridades Policiais e Judiciais. Aproveita também para externar aos colegas policiais militares e a família enlutada os votos de pesar, nesse triste episódio que atingiu as duas Corporações Policiais”.


Jorge Luiz afirmou que o sindicato ofereceu assistência jurídica ao policial Leonardo não apenas na justiça comum, mas também em possível sindicância no âmbito da Polícia Federal. “O que não queremos é que o fato se transforme numa briga entre instituições”, finalizou o presidente.

Jornal Midiamax